Dando para a garotada desconhecida!

Contos Eróticos
Contos Eróticos - Flaralove

Sempre transei com homens, desde adolescente, e sempre fui passivo. Às vezes alguém quer que eu faça ativo e eu atendo mas prefiro ser passivo. Eu estava com dezessete anos de idade e dava quase todas as noites perto de nossa casa e nunca tinha ido com estranhos. Entre nossa casa e o centro havia um outro bairro que eu cortava e na esquina ficavam uns garotos mal encarados, com jetinhos de cínicos e sempre mexiam comigo quando eu passava. Não era nada grave mas eu não parava e nem olhava. Diziam: oi, quer vir sentar com a gente? Vem aqui bater um papinho aqui com nós três. Quer conhecer a rua de cima? Eles ficavam na esquina conversando e mexiam quando eu passava mas eu não tinha outro caminho. O outro era mais perto mas era deserto e mal iluminado. Eu preferia ir por esse caminho mesmo. Nunca passaram disso. Eu não pensava em transar com nenhum deles antes de conhecer um. Era um pardo magrinho, um pouco mais alto que eu, simpático mas cínico. Ele estava indo pela rua atrás de mim e me alcançou. Fomos conversando e ele disse que quando eu quisesse ficar com eles era só falar. Nos despedimos na esquina e na hora de dormir fiquei pensando naquele safadinho que me cantou descadamente, pois o "ficar com eles" era para transar. Ele disse que sabia que eu era o viadinho da rua de casa. Conversei com ele e outros dois uma noite que voltava. Eu ia na casa de uma amiga estudar à noite. Na mesma semana entramos em férias, eu na escola e minha mãe no trabalho. Ela quis visitar minha irmã na cidade longe onde ela morava. Ficamos lá quinze dias e eu não saia sozinho, tinha medo de estranhos e acabei ficando sem dar durante todo esse período, pela primeira vez na vida. Eu imaginava algum dos meus amigos comigo e me excitava, masturbava e só assim conseguia dormir. A viagem era longa, eram 900 km de ônibus. Havia um troca em uma cidade e daí até a nossa eram mais 500 km, ou seja, mais ou menos seis horas. Depois de várias horas começou escurecer e então fechei os olhos e comecei a imaginar aquele safadinho comigo, devia sacanear bastante. Pensava nele e meu peito apertava, eu estremecia, excitava em excesso e tomando cuidado para não respirar fundo e nem deixar perceberem qual o meu desejo. Em uma parada fui ao banheiro e pensei em me masturbar mas tive medo de alguém ver. Depois de mais várias horas chegamos em casa. Eram nove horas da noite e fomos de táxi. ao passar na esquina vi que tinham dois e o safadinho pardo estava lá. Exctei-me outra vez e em casa tomei um banho e falei que ia sair um pouco. MInha mãe perguntou se eu nã ia comer nada. Falei que não, o lanche na estrada me havia satisfeito. Recomendou que não chegasse depois das dez e meia, que já era tarde, mas eu estavo depois das nove. Fui sentindo uma sensação de medo e tesão e vergonha, pois estariam dois e eu tinha vergonha, ainda mais dois que eu pouco conhecia. Chegando lá estavam sorrindo, alegres, perguntando porque eu tinha sumido. Respondi. Meu peito apertava mais ainda. Desde dentro do ônibus fuii pensando que se fosse cantado não teria vergonha, aceitaria na hora. Não deu outra. O pardo falou sem demora. "Tá a fim de dar uma metida?" Eu tive vergonha mas disse que sim. Eles se levantaram e disseram: então vamos ali na casa velha. Era uma antiga casa sem moradores e fomos pelos fundos, entramos em uma área em frente ao que deveria ser uma cozinha. Não tinham moradores mas os proprietário sempre estava lá e a mantinha limpa. Era um sobrado e a gente subia uma escada para chegar na área. Antes que eu acabasse de entrar o outro, um negrinho magrinho também de uns quatorze anos, da minha altura, safadinho também, passou a mão nas minhas coxas. Arrepiei e antes de começar a fazer o que estava morrendo de vontade falei que antes das dez e e meia eu tinha que ir. Concordaram. O pardo tinha a minha idade. Abaixou a bermuda e mandou eu chupar. Não pensei duas vezes a me ajoelhei. Senti aquele pinto duro e fino entrando até minha garganta e ouvi sua ordem: vai boneca, chupa gostoso, mama gostoso meu pinto até eu gozar na sua boquinha. Comecei a engolir com vontade, todinho e saboreando cada milímetro daquele pinto. O primeiro estranho que eu peguei, ou que me pegou. Enquanto isso o negrinho gostosinho falou que ia me comer. Com uma das mãos segurei a cintura do que eu chupava e com a outra abaixei o short. Já fui vestido assim para ficar mais fácil mesmo. Abaixei o short e a cueca, abri bem as pernas e pedi que ele passasse saliva. Ele falou cínico. "Não precisa falar que a gente está acostumado a comer veados apertados." Riram. Era meio grossinho e não muito grande mas me levou para a lua quando me segurou forte e entrou gostoso fazendo sentir aquela dorzinha que me deixava louco. Garotões tem muita energia e o pardo logo gozou na minha boca. Enquanto eu tentava escapar dele que me mandava engolir tudo e segurava forte meus cabelos o outro gozou muito gostoso, uma esguichadinha quente e forte. Saiu devagar, esfregou tudo na minha bunda e mandou eu limpar com a cueca. O outro falou bravo: se não engolir minha porra não deixo você ir embora antes das dez e meia, engole tudo, anda logo sua putinha. Engoli e como antes eu já havia feito aquilo não foi ruim, eu até gostava,. só não queria que eles soubessem disso. E também eu o achava meio sujinho. Mas acabei fazendo o que queria. O outro estava sentado no chão. Acabei, lambi o pinto já meio mole, me afastei e também me sentei. Não passaram dez minutos e estavam duros outra vez. Moleques não demoram. O negrinho veio na minha frente e disse: mete nela agora que eu vou gozar nessa boquinha. O outro me mandou passar saliva e sentar de costas para ele, que estava no chão com as costas apoiadas na parede. Sentei devagar, com as duas mãos em suas coxas magras mas rígidas, fui descendo sentindo o pinto deslizar para dentro de mim, as duas mãos dele na minha barriga e o ar quente saindo da boca. O negrinho veio com o pinto e comecei a mamar segurando sua cintura. O outro mexia dentro de mim e mandou eu ajudar. "Mexe gostoso minha putinha, quero meter todinho". Comecei a subir, descer e chupar, compassadamente e achei uma coisa deliciosa. Sentia a dorzinha que me enchia de tesão, duas mãos na mina barriga, duas nos cabelos, e um pinto grossinho na boca, prestes a me encher de porra quente. Não demorou e senti o gosto salgadinho e quente. Uma sensação estranha me invadiu, não sei explicar o que era mas pensei em nunca deixar de fazer aquilo. PArece que fiquei fora de mim por uns instantes. Antes que mandasse engoli tudo e lambi, deixei limpinho. Ele sentou no chão e o outro continuou me segurando forte e metendo gostoso, chegando a me levantar de seu colo. Eu mexia forte e comecei a gemer. Ele gozou. Fiquei um pouco ali parado e acabei de tirar o short e a cueca, limpei com a cueca, deixei lisinho. Sentei entre os dois que me passavam as mãos pelo corpo todo e diziam que eu seria a fêmea deles todas as noites. Fui me masturbando devagar e gozei muito, lambuzando toda a barriga. Ele falou: agora pode ir embora e amanhã vem de novo para a gente te comer gostoso. Antes de chegarmos na rua o negrinho foi na frente para olhar se não tinha ninguém. Não tinha. O outro me passou a mão e elogiou, dizendo que eu metia gostoso e ia me querer todos os dias. Em casa minha mãe tefonava para minha irmã para dizer que tínhamos chegado bem. Entrei rapidinho no banheiro e tomei banho, troquei roupa mas ela percebeu. Falou para eu ter cuidado com o que eu fazia. Assim eu fui dormir sonhando com os dois. Ela ainda ficou arrumando as coisas. Na manhã seguinte vi que as roupas estavam no varal e a cueca também. Certamente ela tinha visto as manchas. Tive um pouco de vergonha mas nessa época ela já sabia. PAssei a ir encontrar os safadinhos quase todas as noites até as férias acabarem. Depois desses dois levaram vários amigos e todos me pegaram gostoso. foi uma época inesquecível.

Postar um comentário

Designed by OddThemes | Distributed by Gooyaabi Templates