MINHA ESPOSA E A FUNCIONÁRIA



Somos casados há 8 anos e temos dois filhos. Ela é uma linda mulher, com 37 anos, 1,65m, por volta de 60kg, branquinha e cabelos castanhos ondulados. Seus olhos cor de mel realçam a beleza do seu rosto, que só é desviada pelos seios e bundas grandes e deliciosos que ela possui.

Minha esposa é uma dinâmica e empresária do ramo de tecidos, administrando um estabelecimento com mais de 20 funcionários. É uma mulher decidida, profissional, séria e que na loja impõe sua autoridade a ponto de os funcionários temerem-na um pouco. Mas na cama ela adora ser dominada, pois fala que não aguenta toda hora ter de dar ordens e mandar nos outros, por isso ela faz o que eu determino na hora da transa. Uma dama na rua, mas na cama, uma puta.

Toda história começa na nossa cama, em uma de nossas transas, quando contamos confidências e coisas picantes para esquentar aquele momento. Ela me narrou um fato que me provocou um misto de ciúmes e muito tesão: havia uma funcionária na empresa dela que havia “provocado” algo nela...

No mesmo momento, já alisando a bucetinha dela, lhe indaguei o que seria provocar e como tudo ocorreu. Também perguntei a ela quem seria esta funcionária.

Ela respondeu que era Joana.

Já conhecia esta funcionária: no final do ano passado haviam sido contratadas novas três funcionárias para trabalhar no atendimento ao público. Uma delas, Joana, que era uma deliciosa morena de 25 anos do tipo índia, com 1,70m, cabelo liso e preto, bem dinâmica e simpática e que tinha um lindo corpo (apesar de já ter um filho e ser casada há 4 anos, segundo soube), e que só usava calças justas, que salientava a deliciosa bunda que ela tinha...

Pois bem, com o passar do tempo, diante das qualidades e do talento como vendedora, Joana passou a ser o braço direito da minha esposa na loja, liderando as demais vendedoras e dando sugestões para incrementar as vendas.

Diante disto, indaguei o que houve com Joana.

Minha esposa me narrou que ela havia chegado na loja e foi direto para o escritório. Havia muita coisa a fazer e para despachar. Chamou o office-boy e Joana para o seu escritório, que ficava na sobreloja. Falou com o rapaz, organizou alguns documentos, chamou a responsável pelo setor financeiro e em seguida despachou este e o office-boy para as missões deles.

Joana ficou no seu escritório. De repente, ao se acalmar um pouco após a correria da chegada, ela notou como Joana estava bonita, Como sempre usava sua calça jeans bem justa, a blusa da loja e estava com um lindo batom vermelho, além de bem perfumada. Quando Joana se virou e ela ficou admirando a deliciosa bunda dela e a partir daí, algo mudou, pois ela contou, que uma “eletricidade”, um “arrepio” havia tomado conta dela e ela estava olhando com desejo aquela mulher.

Neste momento ela percebeu que o olhar de Joana era diferente para ela., pois ela havia notada o desejo de minha esposa, naquele momento, pelo corpo dela. Então ela começou a se mexer mais, a andar mais pela sala, a exibir mais sua gostosa bunda para ela.

As duas estavam se encarando, falando de assuntos referentes à loja e às vendas, mas aquele clima de tesão, de paquera sutil havia pintado entre as duas. Quando Joana saiu da sala, minha esposa contou que não parou de pensar em tudo aquilo que havia ocorrido...

(Enquanto ela contava isto na cama, notei que a bucetinha dela ficava cada vez mais molhada, dedilhei mais ainda e ela ficou louca de tesão... transamos e ela gozou bem gostoso...)

No dia seguinte, quando fomos para cama, depois de nosso dois filhos dormirem, ela me contou que queria falar algo, era sobre Joana.

Pedi para ela falar (com meu pau já endurecendo) e ela me contou que naquele dia ela e Joana ficaram novamente a sós no escritório de novo. Elas começaram a conversar sobre assuntos profissionais quando Joana perguntou se poderia fazer uma pergunta pessoal para minha esposa, que respondeu afirmativamente. Joana indagou se ela achava que ela era uma mulher bonita.

Sem poder disfarçar, minha esposa preferiu dizer a verdade: que achava ela uma muita muito linda, sexy e atraente, além de uma pessoa dinâmica e muito simpática. Joana ficou muito contente pela resposta e falou que indagava aquilo porque achava que o seu marido não lhe dava o devido valor e achava que ele tinha uma “outra” no bairro.

Minha esposa a consolou e falou que homem é assim mesmo. Vendo que ela Joana não estava em um bom dia e como o movimento estava fraco naquela manhã, ela lhe chamou para lhe acompanhar em uma visita a um fornecedor que iria lhe vender uma grande quantidade de produtos.

Sairam as duas da loja por volta das 9h30 e foram a até a fábrica no Corolla dela. O perfume de Joana, de cara, incensou todo o carro e ambas foram conversando durante o caminho, que era um pouco longo, até o local. Neste caminho os olhares voltaram a se entrecruzar e minha esposa, que olhava para Joana e para o corpo dela, notou que Joana também mirava para as belas pernas da minha esposa, que neste dia usava um vestidinho preto.

Resolvidas as questões na fábrica, volta das 11h, retornaram para a loja (fiquei de apanhar as crianças na escola). No caminho de volta, aqueles olhares que eram de leve paquera se transformaram em sedução pura, com troca de elogios, de mãos levemente tocadas e sutis passadas de mãos nos joelhos... ela me contou que estava superexcitada com tudo aquilo, mas que não rolou nada, mas ela sabia que Joana estava com tesão nela.

Eu também estava bem excitado, com o pau duríssimo. Depois do que ela me contou falei algo que mexeu com ela: disse que ela deveria ser mais ousada e, se ela, quisesse, deveria levar Joana a um motel.

Ela se assustou e me perguntou porque eu falei aquilo. Disse que notava que ela estava com muito tesão, que a amava, que sabia que ela me amava muito, mas que tinha surgido uma situação, uma possibilidade de ela ter uma nova experiência que talvez ela quisesse...Na hora que falei aquilo ela me beijou, perguntou se tinha certeza; confirmei que sim. De repente ela tirou a roupa e disse que queria transar naquela momento, pois estava fervendo de tesão. Fudemos bem e durante a transa ela ficava me dizendo que o corninho dela iria saber todos os detalhes de tudo que iria rolar com ela e Joana...

Três dias depois, por volta da sexta-feira, à noite, depois de os meninos dormirem, já no nosso quarto, minha esposa me fala que queria me contar uma coisa. Perguntei o que era (já suspeitando da resposta). Ela me falou que queria contar algo sobre Joana.

Ela começou falando que me amava e que eu era o amor da vida dela. Respondi que sabia disto. Disse que queria contar tudo. Eu disse que ela poderia ficar à vontade (já sentido um arrepio de ciúmes e tesão)...

Dois dias depois daquela ida à fábrica, minha esposa teve de lá retornar para fazer pedidos adicionais e esclarecer alguns detalhes e convidou, mais uma vez Joana para lhe acompanhar.

Sairam as duas para a reunião e mais uma vez retornaram, desta vez às 10h.

Durante todo tempo o clima de paquera estava no ar, a sedução dos olhares, nos gestos.

No caminho minha esposa não se controlou e, tendo em vista seu modo de ser impulsivo, falou para Joana que ela era uma linda mulher e que não entendia porque o marido estava sendo um canalha com ela.

Ela respondeu que isto doía muito nela, mas que se ele não a quisesse havia quem a queria, quem a desejasse. Minha esposa respondeu que com certeza muitos homens eram loucos por ela. Joana respondeu que na verdade não importava se os homens queriam ou desejavam-na. Minha esposa perguntou porque não. Aí Joana falou: - Porque estou interessada em uma mulher muito especial. Falou isto olhando nos olhos da minha esposa.

Minha esposa levou um susto, mas viu que aquele era o momento e indagou de cara se ela teria coragem de se envolver com esta mulher. Joana respondeu que sim. Minha esposa, que estava dirigindo, parou o Corolla no acostamento da rodovia e se aproximou de Joana e ali, na BR, as duas começaram a se beijar. De início um beijo leve que depois foi ficando mais forte, com sofreguidão, com as mãos das duas se entrelaçando e começando a explorar o corpo da outra.

Passaram uns 10 minutos neste amasso na rodovia e depois saíram...

(Confesso que quando minha esposa contou isto para mim estava com ciúmes, me sentindo um corninho manso, mas também meu pau não deixava mentir que estava louco de tesão. Era um corno excitado, pois minha esposa estava narrando em detalhes uma tremendo de um amasso que ela teve com outra pessoa...mas a história não tinha acabado)

Minha esposa entrou no primeiro motel de qualidade que ela avistou. Foram para uma suíte simples e lá minha esposa estacionou o carro. Joana baixou o portão (já que minha esposa é uma pouco baixinha) e ela se aproximou da minha gata e a abraço e começo a beijá-la profundamente ali na garagem. Um beijo apaixonado, com tesão, com muito desejo.

Elas entraram no quarto e lá dentro minha esposa ficou louca de tesão pois, depois de um longo amasso com beijos e abraços, Joana já se mostrou desinibida e revelou que quem mandava no pedaço era ela. Minha esposa, uma submissa convicta ficou excitadíssima: Joana a tratou como uma namoradinha de escola. Foi levantando o vestidinho dela, afastando a calcinha e dedilhando a bucetinha, ao mesmo tempo partia para explorar os seios dela, como se ela fosse uma colegial com um vestidinho.

Joana a levou para a beirada da cama, deitou a com carinho e abriu as pernas dela. Afastou a calcinha passou a chupar mais ainda a bucetinha dela, comendo-a com o dedinho bem de leve.

Depois de um bom tempo, Joana se levantou e ficou na frente da minha esposa. Fez um show particular, tirando toda a sua roupa ficando nuazinha e partiu para cima da minha esposa, despindo-a, puxando a calcinha, beijando ela e cheirando-a toda. Depois deitou por cima de minha esposa “como se fosse um macho” (segundo o que me falou minha gata), colocando minha esposa de pernas bem abertas, esfregando a bucetinha na buceta da minha esposa.

Minha gata estava louca de tesão, vendo o contraste das peles, Joana morena índia beijando, roçando, sarrando em cima dela, que é uma baixinha mignon de pele bem branquinha.

Joana mandou então minha esposa ficar de quatro e colocou bem empinadinha. Minha esposa obedeceu e ela caiu de boca na bucetinha da minha esposa dedilhando o rabinho dela. Passou um bom tempo assim, quando ela sentou na beirada da cama e mandou minha esposa choupar a bucetinha dela. Ela me falou que se ajoelhou na frente de Joana e a beijou na boca. Joana agarrou com carinho o cabelo dela e a colocou para chupar sua bucetinha. Nesta hora Joana gozou muito com minha esposa, que é uma ótima chupadora de cacetes (conto por experiência própria).

Depois de se recuperar, minha esposa me contou que Joana a colocou na cama, bem carinhosamente, abriu sua perna e fez uma “tesoura” com ela, colocando as xoxotinhas para se roçarem, minha esposa foi às alturas de tesão e depois

Joana a mandou a abrir as pernas que ela iria chupar aquela bocetinha rosada que agora era dela....

Esta foi a transa delas. Tomaram banho juntas, se beijando e se abraçando. Joana falando que adorou a posição de “passivinha” da minha esposa, pois o ela adorava ser “ativa”, inclusive com o marido dela, que até fazia fio terra nele... Após pagar a conta, retornaram para o carro e voltaram.

Quando minha esposa terminou de narrar isto ela estava super insegura e me pediu desculpas, mas confessou que foi uma experiência tesudíssima e que queria repetir e por isso estava angustiada.

Apesar de me sentir um corno manso, falei para ela que a amava e que ela não deveria se arrepender por isto. Falei que a amava e que a compreendia. Ela me beijou e depois transamos bem gostoso.

Confesso que sou um corninho e que adorei quando minha esposa me contou os detalhes da transa, aliás, contava os detalhes das várias transas que ela teve com Joana, pois ela continuou a sair com a sua funcionária durante mais de ano (transferindo-a para o setor de compras de mercadorias), com muita discrição, até que Joana teve de ir para o interior com o marido, que foi transferido. Cheguei a ver Joana, mas ela nunca desconfiou que eu sabia que ela estava “comendo” muito minha esposa...

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