De amiga agora Amante ( lésbico )


Contos eróticos
Contos Eróticos - Flaralove

Olá

Meu nome é Thais, tenho 1,64m de altura, sou descendente de japoneses, tenho seios e bumbum médios, proporcionais a um pequeno corpo de oriental.
Este conto é verídico, apenas os nomes foram alterados, peço desculpas por ele ter ficado um pouco grande, mas tentei reproduzir com o máximo de fidelidade oque aconteceu. Por fim quero dedica-lo a minha melhor amiga, de hj e de sempre, que me proporcionou essa experiência.
Desde os 5 anos, Ana tem sido minha melhor amiga. Não consigo me lembrar de um momento da minha vida em que ela não estivesse por perto. Ela foi a primeira pessoa pra quem eu contei quando perdi minha virgindade, e ela fez o mesmo. Desde sempre ela tem sido minha amiga, companheira, irmã de alma, e agora vou contar como ela nós chegamos no limite da intimidade.
Tudo aconteceu quando tínhamos de 14 pra 15 anos. Ana já estava se tornando uma linda mulher, possuía um corpo mais desenvolvido, e sempre atraia os olhares masculinos. Eu também estava me desenvolvendo, mas ainda não possuía todas as curvas e a sensualidade de uma mulher feita, características que minha amiga já apresentava.
Nessa idade em que estávamos, já havíamos experimentado o sexo(o básico), e estávamos em busca de novas experiências e prazeres, mas aos garotos de nossa idade faltava iniciativa e maturidade, entao sempre andávamos com os garotos de 16 ou 17 anos, sempre mais safados.
Costumavamos freqüentar a casa de um desses garotos, chamado Felipe, que era ficante da Ana, e em um desses dias, André, um amigo dele, também estava la. André queria ficar comigo, mas eu não me sentia atraída por ele, então Felipe para tentar esquentar as coisas propôs um jogo de verdade ou desafio. O jogo foi rolando, e toda vez que a garrafa apontava pra mim eu pedia verdade, pois sabia que seria pedido que eu beijasse o André. Mas em um determinado momento a garrafa apontou pra Ana que pediu desafio, e André a desafio a me beijar. Num primeiro momento fiquei roxa de vergonha e raiva, não queria beijar Ana, e protestei, mas ela me acalmou e disse que fazia parte da brincadeira, então tínhamos que fazer. Foi um beijo rápido, estranho, eu estava morrendo de vergonha, não me sentia a vontade naquela situação.. Depois disso eu quis ir embora, já estava com raiva daquele muleque chato querendo ficar comigo. Ana apesar de querer ficar com Felipe, foi embora também, para não me deixar ir embora sozinha. Como morávamos na mesma rua, paramos em frente da minha casa para nos despedirmos e eu notei que ela não estava feliz com minha atitude:
-Vc parece uma criança! – Ela disse
-Pq? Eu não queria ficar com o André. Não tenho vontade ué. Ainda mais depois daquele desafio. Ele é um porco! Por isso sou obrigada a ficar assistindo vc e o Felipe se pegando?? 
-Mas precisava ficar assim? Dar piti e fazer birra?! Porra Thais, foi só um bj! E nem foi nada demais, achei que vc beijava melhor. – Ela riu da minha cara
Num momento de raiva eu avancei pra cima dela, acho que ela achou que eu ia tentar bater nela pq se encolheu pra tentar se defender, mas eu puxei ela pela cintura e tudo oq saiu da minha boca foi “ah é, vc vai ver”, não sei pq fiz aquilo, mas eu a beijei com toda a vontade que pude reunir, ela resistiu no primeiro momento, mas depois se deixou levar. Eu só queria provar pra ela que eu beijava bem sim, que eu não era uma criança birrenta, mas dessa vez foi diferente. Diferente do beijo na casa do Felipe, dessa vez foi gostoso, confortável, quente, molhado, excitante, parecia que nossas boas tinham sido feitas pra se encontrarem. Nao sei quanto tempo durou, pareceu uma eternidade no paraíso, mas acabou. Nossos lábios se separaram e nos olhamos por um segundo, as duas sem jeito. 
-A... acho melhor eu entrar – Ela disse
-Ana, eu não sei pq eu fiz isso, é que... –Tentei me explicar 
-Esquece, amanha nos falamos – Ela me interromepeu, e seguiu em direção a sua casa
Eu fiquei alguns segundos de pé olhando ela ir antes de entrar em casa. Naquele dia não consegui pensar em outra coisa, a não ser naquela boca e aquele corpo. Fiquei molhada diversas vezes apenas lembrando do ocorrido.

No dia seguinte encontrei Ana na escola, mas ela me evitava. Quando perguntei o porque daquilo ela disse que conversaríamos em particular a tarde, na casa dela.
Naquela tarde fui a casa dela apreensiva de que pudesse ter perdido a amizade dela por causa daquele ato inconseqüente. Fomos conversar em seu quarto, sentamos na cama e eu já cheguei tentando me explicar:
-Olha Ana me desculpa, vc tem razão, eu pareço uma criança, não deveria ter feito aquilo – Mais uma vez, como no dia anterior, ela me interrompeu, mas dessa vez ao invés de palavras, ela me deu um bj
Mais uma vez foi um momento mágico, nunca imaginei que minha amiga beijasse tão bem, ao termino, dessa vez fui eu que fiquei com cara de interrogação.
-Eu que peço desculpas Thais, na hora eu não sabia oq fazer, por isso fugi, mas sabe... eu não consegui parar de pensar em vc! – Ela confessou
-Eu... Eu Tb não! Não parei de pensar em vc! – Revelei
Nossos lábios se aproximaram novamente, nossa línguas se encontraram e dançavam, nossos corpos se envolvendo. Senti que parecia que Ana queria me devorar, tamanha a pegada dela, me empurrando com a boca para traz, mas com o corpo me puxando para junto do seu corpo, me fazendo deitar na cama. Continuamos a nos beijar loucamente, quando minha amiga passou a mão pelo meu corpo, deslizando até chegar a minha bucetinha que estava molhada de excitação, ela colocou a mão por dentro da minha calça e da minha calcinha e sentiu meu tesao.
-Que safadinha vc! Ficou com tesão? 
Respondi que sim com a cabeça meio sem jeito, num misto de vergonha e vontade
-Entao vc vai ser minha agora! Vc quer?
Mais uma vez respondi que sim que com a cabeça e antes que nos déssemos conta estávamos nuas, eu deitada na cama e minha melhor amiga sobre mim, nos beijando, nossos corpos se tocando, a mão da minha nova amante me tocando entre as pernas, e seus dedos entrando em mim, sua boca chupando meus seios, descendo pela minha barriga e finalmente chegando a minha bucetinha quente, molhada e sem pelos. Para alguém que nunca tinha chupado uma mulher, Ana chupava com maestria, hj não posso dizer que foi o melhor da minha vida, mas naquele momento, era a primeira vez que alguém chupava minha bucetinha, e eu estava no céu. Ela chupava e lambia meu grelinho, enfiava os dedos e a língua dentro de mim, me deixando cada vez mais molhada, até que eu gozei loucamente em sua boca, gritando e gemendo de prazer. 
Ana mais uma vez voltou a me beijar, e eu queria retribuir, girei ela de forma que ela ficasse por baixo e passei a chupar seus seios grandes, e toca-la entre as pernas com meus dedos, fazendo ela gemer. Assim como ela havia feito, desci por seu corpo até sua bucetinha molhada e passei a chupa-la. Apesar de nunca ter feito sexo oral em uma mulher, eu imaginei como ela havia me tocado, e em como eu gostaria de ser tocada, e tentei repetir isso na pratica. Para cada acerto eu recebia um gemido, ou uma tensão em seu corpo, assim prestando atenção aos sinais que recebia dela, eu continuei chupando minha amiga, passando a língua pelo grelinho, enfiando os dedos dentro dela, me lambuzando com aquele mel. “Isso Thais. Vai minha gostosa! Isso, isso, isso!” Ela repetia, e me dava ainda mais vontade de chupar aquela deusa. Em um determinado momento ela se contorceu, gemeu, e gozou deliciosamente.
Voltamos a nos beijar, e ficamos um bom tempo deitadas fazendo carinho uma na outra, havíamos chegado a um ponto de intimidade que não tinha mais volta. Estava feito, e a partir daquele momento, e até hj, alem de minha melhor amiga, de minha irmã de alma, Ana passou a ocasionalmente ser minha amante...

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