Comi o Cu da Riquinha




Entre 1998 a 2001 toquei em uma banda muito famosa, o que me permitiu conhecer muita gente bacana.
Naquela época eu viajava muito de avião e pelo fato de ser muito comunicativo, criava novas amizades com muita facilidade.
Naquela época em uma das viagens, fiz o trajeto RJ x Bahia e ao assentar, conheci uma mulher muito interessante que sentou ao meu lado.
Seu nome era Érica. Era uma Morena muito bonita, com seios fartos, coxas grossas, cerca de 1.65 de altura e muito comunicativa.
Assim que o avião decolou, começamos a falar sobre o atendimento da companhia aérea e o assunto foi se prolongando; tudo de uma forma muito agradável.
Após falarmos sobre tais atividades, sobre o que fazíamos, perguntei onde ela ficaria hospedada e por coincidência, ela informou que morava próximo ao meu hotel onde eu ficaria hospedado.
Ao desembarcarmos, como o local onde íamos ficava um pouco distante do Aeroporto, sugeri pegarmos o mesmo taxi. Assim, economizaríamos dinheiro e poderíamos nos conhecer um pouco mais (o que ela prontamente aceitou).
Eu não sou o tipo de cara que convida a mulher para a cama na primeira conversa. Tem que haver um contato prévio. Como ela foi super simpática comigo, eu deixei um convite para jantarmos no próximo dia. Assim, conversaríamos mais.
Ela não confirmou, mas deixou seu número telefônico e pediu para que eu ligasse no próximo dia.
No dia seguinte por volta de 12 hs liguei e fui muito bem atendido. Como ela estava em casa naquele dia arrumando algumas pinturas, me pediu para que eu fosse à sua casa.
Ao chegar ao local, fiquei bobo, pois sua casa era linda. Possuía os melhores móveis, era muito bem organizada, sem contar que ela completava a beleza do local, pois estava infinitamente mais bonita que no dia que eu a conheci.
Ao vê-la daquele jeito eu a elogiei bastante, o que ela amou, pois pelo visto não era elogiada a muito tempo.
Eu não perguntei, mas como surgiu um vínculo de amizade ela começou a falar de sua vida pessoal, dizendo que havia se separado recentemente e que evitava amizades, pois todos que apareciam em sua vida só apareciam para tirar alguma vantagem.
Nessa hora eu não tive escolha e falei: Desde a hora que te vi no aeroporto senti uma enorme atração por você, mas posso ser sincero? Sacrificarei o desejo de fazer amor com você só pelo fato de vê-la feliz.
Quando falei isso, ela ficou sem jeito, mas eu consegui remediar a situação e levei o restante da conversa na boa.
Comemos, conversamos e na hora de ir embora me despedi com um beijo e um abraço bem gostoso.
Nos dias seguintes conversei bastante com ela ao telefone. Em uma das conversas, ela me chamou para ir novamente em sua casa.
Eu não tinha mais esperança alguma de fazer amor com ela e estava me conformando com uma amizade. Mesmo com vontade de sair fora pra não sofrer desejando quem eu não podia ter, decidi ir lá novamente.
Como eu sabia que ela tinha um perfil mais elitizado, ao invés de ir de jeans ou algo do gênero, vesti uma roupa social, sapato de qualidade, um perfume de primeira... tudo para agradá-la.
Ao chegar lá, ao invés de encontrá-la vestida com algo mais fashion, como encontrei da última vez, ela estava com uma saia justa, uma roupa sexy, algo bem diferente do que encontrei da última vez.
Ela estava sexy, não vulgar. O que me fez devorá-la com os olhos.
Como eu não consegui esconder, ela sacou na hora o que eu pensava e falou na hora com um sorriso malicioso: Isso vai ser por ter esperado e me feito confiar em você!
Na hora ela veio, me abraçou e começou a me beijar, o que virou um belo amasso.
Conforme nos beijávamos, comecei a perceber que aquela mulher antes casada que agora estava nos meus braços, estava sedenta não apenas de sexo, mas de carinho.
Conforme ia beijando, acariciando seu corpo, fui descendo minha língua devagarzinho por seu pescoço e falando coisas delicadas, gostosas e sensuais ao seu ouvido.
A coisa foi esquentando e eu fiz exatamente o que tinha vontade de fazer: segurar ela no meu colo, levando-a à parede e dando um beijo bem gostoso, enquanto a colocava de pernas para o alto.
Depois que tirei toda sua roupa, levei ela para a cama e comecei a beijar seu corpo inteiro, descendo minha língua por suas costas e beijando de leve seu bumbum.
Eu não sei o que houve, mas ela ficou louca, me beijando, acariciando, pedindo pra ser minha por inteira e implorando pra ser devorada.
Eu não pude evitar. Nessa hora eu só consegui abrir minha calça e colocar ela de 4. Enterrei tudo até o talo na hora.
Ela soltou um grito de dor, pois não tínhamos feito uma preliminar demorada. Mas quando eu tentei tirar, ela falou: Enterra até o talo sem dó, pois eu quero assim.
Nessa hora, mais do que depressa eu deitei ela, levantei suas pernas, deixando ela na posição de frango assado e enterrei meu pau até o talo, deixando ela louca.
Quando ela menos esperava, soquei gostoso, tirando e socando, tirando e socando, sendo que rapidamente senti ela entrou no jeito e já começou a rebolar, apertando minha pica toda vez que entrava.
Depois disso o sexo foi rolando. Fodemos em várias posições até chegarmos à exaustão.
O que eu mais gostei foi em pé na parede, pois ela ficou rebolando enquanto eu só descia o corpo dela, enterrando até o saco.
Após gozar umas 2, 3 vezes, disse pra ela que sentia muito tesão em devorar um cuzinho e como carioca, sempre tive vontade de comer o de uma baiana.
Ela disse que era virgem de cu, mas já que estava no clima, queria experimentar tudo.
Eu, claro, jurei que faria com muito carinho. Ela já respondeu: Se doer, nem adianta você implorar, porque eu vou parar.

Como eu era trombonista e andava com vaselina no case do instrumento, pedi só alguns instantes, fui na garagem e peguei o líquido do instrumento.
Nem sei quanto tempo levei, mas em menos de 1 minuto eu já estava de volta. Antes que ela pudesse falar algo, eu apertei o bumbum dela, lubrifiquei aquele rabo gostoso com a vaselina e fui passando meu dedo.
Primeiro 1, depois 2, depois 3... quando ela menos percebeu, eu já estava penetrando 4 dedos naquele cu gostoso.
Quando eu vi que estava bem lubrificado, fui colocando meu pau devagarzinho na porta daquele cuzinho e comecei a forçar a entrada.
Ela deu uma pequena rebolada e pediu para eu ir devagar; nesse momento acomodei meu cacete e deixei passar a cabeça. hmmmmm, que sensação... fazia muito tempo que eu não comia um cu tão gostoso!
Ela deu aquele suspiro e quando começou a rebolar, comecei a enfiar meu pau devagarzinho.
Aos poucos fui colocando, colocando, até que começou a entrar e sair mais rápido sem ter reclamações.
Puxa, ela rebolava cada vez mais e eu só socando, dando apertos, tapinhas naquela bunda e sentindo ela se soltar cada vez mais.
Eu não sou super humano. Acabei gozando, mas depois de tanto sexo, acabei namorando com ela durante um tempo.
Por causa das diferenças financeiras, acabamos nos afastando, mas toda vez que vou à Bahia, é certeza de vê-la (não sei como, mas ela sempre sabe quando estou para ir lá).
Essa é uma das mulheres que mais curti na vida. Se não fosse nossa diferença social, certamente estaria casado com ela.

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