"O Poder do Barulhinho!"



Já tive algumas experiências um tanto engraçadas, trágicas, românticas, desastrosas, entre outras, em relação a sexo e descoberta da minha sexualidade, assim como qualquer uma já deve ter passado por algo parecido. Meu “start” foi entre os 13-14 anos, graças a uma amiga inesquecível...
Contarei um dia dos meus 13 anos em que vi minha melhor amiga se masturbar.
Naquele momento era meio que ela me ensinando como fazer, já que eu era muito tímida, meus pais nunca conversaram comigo sobre sexo, eu não sabia nada, tratava as reações do meu corpo como algo errado. Só depois de um tempo fui saber que aquela demonstração de “como fazer” da minha amiga foi mais um “estava me tocando pra você, sua idiota!” rs
Tudo começou quando durante uma aula estávamos, eu e minha turminha de 6 garotas, sentadas no fundão da sala. Duas delas estavam namorando uns feinhos (na minha opinião) da sala ao lado, enquanto as outras já haviam namorado ou dado uns amassos nervosos por ai. E a tchonga aqui nada, só um beijinho em um garoto, uma paixãozinha platônica pelo meu visinho, nem uma masturbaçãozinha eu havia feito até então, já que privacidade na minha casa era luxo. Durante a aula, a turminha cochichava coisas que haviam feito, de como fulano havia beijado, pego no peitinho, coisas básicas. Eu sempre fui muito, muuito, muuuuuito reservada, e nessas conversas eu apenas ouvia as histórias, imaginava como teriam sido, me molhava toda com algumas... enfim, as que mais me excitavam eram as histórias da minha melhor amiga, a Thamyris, mas naquela época eu ainda não conhecia a minha mega, ultra, hiper queda por ela! (só um pouquinho! rs)
Tínhamos uma professora que sempre dava questões para fazermos do meio pro fim da aula e quem terminasse ela deixava descer mais cedo para o intervalo, ou nos casos de sua aula ser no segundo turno, nos deixar ir embora mais cedo.
Bla blá blá, terminei as questões, ela deu uma olhadinha e me dispensou pro intervalo. O tempo que eu estava me arrastando pro pátio foi suficiente para a minha amiga Thamyris vir correndo ao meu alcance...
- “Ufa, acabei!”, disse a Thamys.
- “Hum...” eu disse.
- “Gostou das histórias das meninas?”
- “Como assim?”, respondi, como sempre, sendo evasiva...
- “Sabe do que eu gosto mais???”
- “Não...”
- “De como você fica rosa com nossas histórias!!!”, respondeu a Thamys dando uma risadinha e um empurrãozinho no meu ombro, usando o dela.
Só respondi com uma girada de olhos e um “não não não” com a cabeça.
Nisso ela me pegou pelo braço e saiu me puxando para um outro lado dizendo “Vem comigo, quero te mostrar uma coisa!” e foi me conduzindo para o fundo da escola (a escola era rodeada por um terreno gramado, cheio de árvores).
Chegamos a uma árvore que eu adorava... ela era imensa, de tronco largo, quando você se sentava pra encostar parecia que ela te abraçava. E o melhor, de longe ninguém conseguia ver que tinha alguém ali!
- “Tira a blusa!”, ordenou a minha amiga.
- “Pra quê?”
- “Pra eu sentar em cima... aaah vai, a minha é clara, me empresta a sua!”
Lá vai eu tirá-la fazendo cara de “sua folgada” pra ela.
Ela colocou a blusa no chão, próximo ao tronco da árvore e disse “Senta aí”, indicando com a cabeça um lugar de frente pro tronco e o local que ela colocou a blusa.
Enquanto eu me sentava ela foi abrindo a saia e se arrumando para sentar na blusa...
- “Mas o que você...??? ... Menina, você não usa calcinha, não?”
- “Tirei quando fui ao banheiro, um pouco antes da aula acabar...”
- “Você tá ficando louca? Vai ficar pelada aqui no...”
- “Xiiii xiiii xiiii, tá todo mundo fazendo os exercícios, só você é a nerd que faz a lição em casa, e mais, quero te ensinar a se masturbar!”
- “U quêêê???”, respondi surpresa!
- “Xiiiiiii xiii xiii, eu sei que você não sabe, só olha, ok, agora só eu falo!” e foi se deitando no tronco (ele tinha uma curvinha que a raiz fazia do chão para o tronco em si, era O tronco!) e foi abrindo as pernas.
Agora imagina alguém ultra sem graça, roxa de vergonha, boquiaberta... era Eu!!!
- “Você está saindo do rosa pro vermelho...” disse a Thamys, com um sorriso largo no rosto...
Fiz o princípio de querer me explicar e ela fez uma expressão de “Não ouse falar!”, que o melhor que eu tinha de fazer pra me manter viva naquele momento era obedecer! rs
Então ela respirou fundo, fechou os olhos e começou a se tocar...
A princípio suas mãos agiam como espelho uma da outra... ela foi deslizando suas mãos tocando o seu joelho e descendo por dentro das coxas, indo em direção à sua virilha... suas pernas eram um espetáculo! Com uma pele clara, ela descoloria os pelos das pernas, o que na minha opinião nem precisava, pois já eram loiros! Um par de pernas saradas, gostosas, lisinhas de qualquer estria ou celulite... sua virilha estava depilada a cera, cavadinha, manteve apenas um bigodinho de pelos pubianos, de um castanho clarinho, muito bem aparados.
Então ela começou a apertar sua virilha, puxando os grandes lábios para os lados, abrindo e fechando, e apertando... apertando... fazendo movimentos com a pelve tipo ondinha... indo pra cima, voltando pra baixo, bem devagarzinho...
Eu estava vidrada naquela bucetinha rosada, de lábios gostosos, davam uma vontade louca de apertá-los, poder passar a língua neles, cair de boca...
- “Blas-blesblous?” ela sussurrou...
- “Hã????” eu perguntei, sem ter entendido uma palavra do que ela disse...
- “Tá vendo?...” ela repetiu...
Nem me dei o trabalho de perguntar o quê, ela ia falar mesmo...
- “Ela está começando a ficar molhadinha... consegue ver?”
Então ela deixou os lábios bem abertos, parando um pouco nos movimentos da ondinha e passou a pontinha do dedo um pouquinho acima da entrada da vagina, dizendo “Aqui, oh...”
Quase que eu peço pra ela falar só um pouquinho mais alto, pois estava complicadíssimo de ouvir os sussurros dela com aquele “Tum Tum Tum” todo dentro do meu peito!!! Pra evitar perda de tempo só fiz um “sim sim sim sim”, sei lá mais quantos “sim”, com a cabeça, ela olhando pra mim por apenas uma brechinha dos olhos... resolvi até segurar a boca com a mão esquerda, tipo posição do “O Pensador”, só que segurando a boca, porque era óbvio que a chance de eu babar era de 100%!!!
Ela manteve a mão direita na virilha direita e com a mão esquerda foi deslizando pelo seu corpo até o seu seio esquerdo, passando a acariciá-lo sobre a camiseta, deixando o biquinho durinho, visível sobre o tecido leve, mostrando como seus seios eram redondinhos, firmes, daqueles que imploram por uma boca quentinha... difícil foi decidir se eu olhava pr’aquela xoxotinha começando a brilhar de molhada ou se eu olhava os seios dela tomando forma, aumentando de tamanho naquela camiseta justinha... ela então largou a virilha e passou a apertar ambos os seios, esfregá-los pra cima e pra baixo, abriu bem as pernas, deixando sua xoxotinha arreganhada, brilhosa, safada, implorando por uma mão entrona e uma língua molhada...
Sua excitação era tanta que sua xoxotinha começava a querer escorrer de tão molhada que estava... e a minha? Viiiiixiiiii, P.T. monstra na calcinha, essa já era, sentar de pernas abertas era perigoso ver uma rodela enorme de molhado...
Ela largou os peitos e voltou a apertar os grandes lábios, agora passando os dedos nos pequenos, dando voltas no seu clitóris, sem tocá-lo... passava os dedos na entrada da vagina, molhando cada vez mais cada curva daquela xoxota gostosa... passava pra lá... passava pra cá... no começo era no “slow motion”, mas ela foi pegando gosto, foi acelerando aquilo, meu Deeeeeuuuuus, o que era aquilo?!?!?!
Minha mão direita estava friccionando a minha “amiga”, a bicha tava tensa, TENsa, TENSA, griiiitaaaandooo... sentia meu líquido escorrendo pra bunda, coisa louca... enquanto tampava minha boca com a esquerda...
Sua respiração tava que tava, era um misto de falta de ar com gemidos, oras baixinhos enquanto esfregava seus lábios, oras altos quando, misericórdia, aquela mão cheia de dedos passando em seu clitóris... socorro...
“Para tudo! PARA TUDO!!! Que barulhinho foi esse?! A buceta dela fez “tchu”??? Maaaluuuuco, ela fez “tchuuu”!!! E de novo!!!! Que barulhinho gostoso é esse?!?!?!?!”
Aquele barulho deve ter feito lavagem cerebral em mim, por que depois dele, já era timidez, já era escola, já era tudo!
Aí foi, a mão esquerda tava prestes a ficar sem um teco da mordida que eu estava dando, minha mão direita já escorregou pra dentro da minha calcinha, imitando os movimentos que a Thamys tava fazendo... ficamos sei lá quantos minutos fazendo assim, até que ela percebeu o que estava acontecendo e passou a estimular só o seu grelhinho... eu fiz igual... ai delícia...
Quando ela sentiu que tava quase gozando, pernas trêmulas, ela abriu os olhos, ficou me olhando, aqueles olhos verdes me encarando satisfeitos, e mexendo... mexendo... “aaaahhhhh”... esfregando... “tchuuu” “tchuuu” “tchuuu”... “aaahhhhh”....foi então que ela não conseguiu mais controlar a intensidade dos gemidos, fechou os olhos com força, gemeu alto, gostoso, longo, suas pernas tremendo, tremendo muito, então veio um gemido, tipo grito de guerra, e ela fechou as pernas com força, mantendo as mãos apertadas em sua xoxota, respirando fundo, tentando voltar sua respiração ao normal.
Assim que ela travou as pernas, travei as minhas, mas a minha danada tava... tava... nem sei que palavra usar pra descrever isso... mantive a outra mão na boca, tapando os meus gemidos tímidos, a Thamys levantou o corpo depois de uns dois minutos curtindo o seu gozo, sentou em “W” (coitada da minha blusa...), chegou bem pertinho do meu rosto e pediu “Deixa eu te chupar??? Vai, Ka, deixa???” e a porcaria do sinal do intervalo tocou naquela tranqueira de pátio, ai que Ó-D-I-O daquele sino do capetaaaaa!!!!
Com o povo tudo saindo das salas para o intervalo, tivemos que nos arrumar correndo, pois em questão de segundos poderia aparecer algum garoto idiota no gramado com alguma bola estúpida pra chutar e usar as árvores de trave.
Aaaaahhhhh!!!! Estava gritando no meu cérebro a indignação daquele sino tocando!!!!
Enfim, na pressa a Thamys não colocou a calcinha, levantou voando pra colocar a saia de volta, ia esquecendo a calcinha dela no chão perto da árvore, saiu andando arrumando a barra da camiseta e depois os cabelos, e eu peguei a esquecida do chão, coloquei no bolso da minha calça sem a Thamys perceber, peguei a blusa que tava no chão, fiz um bolo e taquei nas costas dela dizendo um “Eeeeeiiiii!!!!” meio no grito, ela pegou a blusa depois de tê-la recebido num arremesso que foi direto na cabeça, nesse paradinha de pegar a blusa eu já a havia alcançado, então ela se virou e me deu um abraço forte, tipo abraço de urso, depois, ainda no abraço, fico a meio milímetro da minha boca, me olhou nos olhos, depois olhou em direção a minha boca, deu uma roçadinha com seus lábios nos meus, quando comecei a abrir minha boca para receber o beijo dela... cadê??? Cadê beijo??? Cadê abraço??? A vadia me soltou e saiu andando em direção ao pátio...
- “VÁDIA!!!” eu gritei, num misto de incrédula e felicidade, parada no local no abraço.
- “Você me ama mesmo assim!!!”, respondeu ela, me lançando um beijinho enquanto andava.
-“Aaaaahhh!!! ... (segundos de silêncio) E vai lavar essa mão!!!!”, e sai andando na mesma direção que ela.

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