Eu, Minha Amiga e Minha Professora


Meu nome é Amanda e vivo em uma pequena cidade da grande São Paulo chamada Ferraz de Vasconcelos. Foi depois de ler diversos contos na internet que resolvi revelar algo que aconteceu a mais de dez anos atrás quando eu ainda estava na sétima série. Eu tenho cabelos pretos, 1,70 m, cinturinha fina e um traseiro que, modéstia parte, coloca a Carla Peres e a Scheila Carvalho na lona. Eu sempre fui uma garota triste na escola, pois quase não tinha amigas e os garotos só queriam abusar de mim, passando a mão em meu volumoso e empinado traseiro. Aquilo muitas vezes me incomodava, pois os meninos sempre aproveitavam o horário da saída, quando os alunos se aglomeravam para atravessar o portão, para encher a mão no meu traseiro. Algumas vezes, alguns garotos mais abusados tinham a coragem de vir descaradamente e passar a mão em mim mesmo se não houvesse uma multidão em volta, pois sabiam que o máximo que eu fazia era olhar de cara feia. Eu tinha uma professora chamada Rosana, uma mulher linda, de cabelos lisos e negros. Eu percebia que ela vivia olhando para mim de maneira diferente e sempre observava no meu bumbum. Várias vezes ela pedia para que eu escrevesse a lição na lousa e ficava no fundo da sala olhando meu bumbum enorme. É claro que os garotos também ficavam loucos com o que viam, pois eu sempre andava com calças de cotton supercavadas e muitas vezes eu nem usava calcinha por baixo, o que deixava o meu bumbum enlouquecedor. Fiquei surpresa com o dia em que, enquanto eu escrevia na lousa, a professora Rosana, aproveitando que a mesa dos professores estava muito próxima à lousa e quase não havia espaço entre mim e a mesa, passou por trás de mim, segurou minha cintura e puxou meu traseiro de encontro ao corpo dela. A sala estava cheia de alunos e eu fique com uma baita vergonha, pois quase todos perceberam o acontecimento. Rosana sempre que possível vinha até minha carteira explicar a lição e agachava-se de modo que seus seios ficassem à minha mostra. Eu percebia que ela fazia isso só comigo e ficava constrangida. Sem que eu me desse conta, uma colega de classe observava as investidas de Rosana em cima de mim e também estava interessada em meu corpo. Eu sempre tive namorados, desde os onze anos, quando meu bumbum começou a ficar enorme, e eu nunca pensei em ter nada com mulheres, muitos menos naquela época, quando eu tinha só catorze anos e era raro ouvir falar sobre lésbicas. Essa minha colega que me observava chamava-se Kátia, e ela também tinha um traseiro enorme, não tão bonito e atraente como o meu, mas ainda assim enorme. Alguns alunos consideravam eu e a Kátia como as duas principais concorrentes da sala, pois os mesmo garotos que me assediavam, faziam o mesmo com ela. Com a diferença que eu era tímida, e só transava com o garoto que eu estivesse namorando, e a Kátia dava pra todos. Certo dia, numa determinada aula, saí da sala para ir no banheiro. Antes de entrar no banheiro, percebi que a Kátia também havia saído da sala e vinha correndo em minha direção. Ela me pediu para esperar, antes de entrar no banheiro, e quando chegou mais perto, me empurrou para dentro do banheiro, entrou junto e fechou a porta. Eu fiquei completamente assustada. Kátia me disse para não ter medo, que ela só queria conversar. Eu disse a ela que conversar naquele banheiro apertado era algo meio estranho. Daí ela sorriu e disse que ali era o lugar ideal para conversar sobre o assunto que ela precisava falar. Foi então que Kátia me disse que se eu não estudasse na mesma sala que ela, ela faria muito mais sucesso, pois os garotos só se interessariam pelo seu traseiro e eu fazia com que ela fosse apenas a segunda garota mais cobiçada da sala. Eu disse a ela que eu não tinha culpa e que ela não precisaria se preocupar pois eu já namorava com um rapaz de outra escola. Mas Kátia disse que ainda assim eu era uma concorrente e que "se não posso vencer minha inimiga, vou me juntar a ela". Não entendi o que ela quis dizer, mas foi nesse momento que ela aproveitou nossa proximidade e o pouco espaço do banheiro para me agarrar e me dar um beijo na boca. Fiquei ainda mais assustada e tentei me afastar, mesmo não sendo possível. Ameacei gritar, mas Kátia me disse que se eu gritasse, ela diria a todos que fui eu quem a agarrou. Fiquei com medo, e ela disse que se eu lhe desse um beijo bem gostoso nós já poderíamos voltar para a sala de aula. Sem escolha, tive de dar nela um delicioso beijo de língua, como os que eu dava em meus namorados. Eu não gostei do beijo, mas Kátia adorou e me deixou sair. Fiquei com medo de Kátia, e sempre fugia de perto dela com medo de que ela poderia voltar a me assediar. Mas certo dia, fiquei até mais tarde na sala terminando uma lição e, sem que eu percebesse, um par de mãos ágeis vindas da carteira atrás da minha, agarraram meus seios e os espremeram. Pensei que fossem algum dos garotos, e já ia me virar para dar um tapa no infeliz. Qual não foi meu susto ao ver que era a professora Rosana que me bolinava. Levantei-me com violência, e Rosana pediu para que eu ficasse calma, pois ela sabia do beijo que dei na boca da Kátia e que se eu não lhe desse um também ela iria me denunciar aos meus pais. Eu estava sem opções, não sabia o que fazer. Então Rosana sentou na mesa dos professores e pediu para que eu lhe desse um beijo ainda melhor do que eu havia dado em Kátia, pois se fosse bom eu já teria nota dez garantida em todos os bimestres até o final do ano. Sem mais o que fazer, me aproximei, segurei seu rosto e lhe dei um maravilhoso beijo de língua. No momento nem imaginei que alguém pudesse aparecer na sala, pois era uma sala muito afastada e a aula já tinha terminado. Eu e Rosana nos beijamos por muito tempo, e diferente do que aconteceu com Kátia, eu estava adorando estar com ela. Rosana abriu sua camisa e me mostrou os seios apetitosos, fiquei apenas olhando. Depois ela desceu da mesa, me abraçou e beijou, enfiando a mão dentro de minha calça e passando a mão no meu rabo. Depois ela levantou minha camiseta e lambeu meus seios com vigor. Foi então que senti vontade de mamar nos primeiros seios da minha vida. Meti a boca nos mamilos de Rosana e só os larguei depois dela ter o primeiro orgasmo. Ficamos juntas nos agarrando quase quarenta minutos. Depois Rosana me levou de carro pra minha casa e disse que ela, que era casada, mantinha um caso com minha colega Kátia há vários meses, e que foi ela quem pediu para Kátia me seduzir. Daí eu entendi toda a jogada. Foi então que Rosana argumentou que, mesmo sendo casada, sentia atração sexual por garotas de traseiros grandes e isso não fazia com que ela fosse lésbica, pois amava seu marido. E Rosana também contou que Kátia adorava homens, mas não via nada de errado em se relacionar secretamente com mulheres. Diante desse argumento, aceitei o convite de Rosana para que eu, Kátia e ela nos encontrássemos na casa dela para uma suruba. Marcamos o dia e nos reunimos. Foi delicioso. Sei que até o dia em que terminei o ginásio, nossos encontros na casa de Rosana haviam tornado-se periódicos. Conseguimos convencer quatro outras alunas e até duas professoras a participarem de nossas festinhas. O problema é que após o ginásio eu me mudei para Minas Gerais, ficando lá por três anos, sem ter nenhum novo relacionamento com mulheres. Quando voltei para São Paulo, não mais encontrei nenhuma de minhas "coleguinhas" e há mais de dez anos não sei o que é transar com outra mulher. Hoje estou casada, com dois filhos, tenho 25 anos e continuo com um corpo que deixa todos os homens loucos.

Postar um comentário

Designed by OddThemes | Distributed by Gooyaabi Templates