Foi através dela que eu descobri o que era o amor!



Antes de tudo queria deixar claro que, além de ser meu primeiro conto, essa história é verídica. Não acrescentarei o que não existiu, por tanto se estão esperando por bastante putaria, eu aconselho a apertarem Alt+f4, e por favor, tenham um pouquinho de paciência, como eu disse esse é meu primeiro conto e ele será um tantinho longo.
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Me descobri lésbica aos 12 anos, hoje tenho 21, me chamo Daniele e essa história aconteceu quando eu tinha 16 anos aproximadamente. Sou de Recife e nessa época estudava em uma escola pública da cidade {não por falta de dinheiro, mas sim por opção já que nunca gostei de escolas particulares pela quantidade de gente metida e nariz em pé, o tipo de pessoa que odeio até hoje}. Eu já estudava nessa escola havia 4 anos e conhecia de alunos a funcionários, zeladores e alguns pais de amigos. Depois de ferias merecidas, eis que chega o primeiro dia de aula numa quinta-feira e junto com ele, alunos novatos. Cheguei na escola, cumprimentei algumas pessoas do pátio e fui direto para minha sala, a maioria da minha turma havia reprovado e os que junto comigo haviam passado de ano, por motivos pessoais saíram da escola me deixando assim sozinha. Então caminhei até o fundo da sala, sentei em uma cadeira próxima a janela e encaixei meu headfone nos ouvidos {naquela época meu som preferido era o do Linkin Park}, então, estou eu escutando meu rock, totalmente alheia ao que estava acontecendo fora do meu mundo quando de repente uma leve movimentação na porta chama minha atenção, paralisei...
Foi como se o tempo tivesse parado, quer dizer, parado não, foi como se ele tivesse andando em câmera lenta, eu consegui acompanhar todos os seus passos, examinar todos os detalhes, contornos, tudo. Aquela garota conseguiu em questão de segundos prender minha atenção de uma forma que garota nenhuma conseguiu numa vida. Nunca a tinha visto, com certeza era novata. Tive certeza quando ela se aproximou da mesa da nossa professora de matemática {matéria que eu ODEIO}, trocou algumas palavrinhas rápidas e sentou-se numa das cadeiras da segunda fileira. Minutos depois a professora prostrou-se no meio da sala e a chamou, automaticamente retirei meu headfone para prestar atenção e pescar alguma coisa, qualquer detalhe da aluna nova. Seu nome era Fernanda, ela tinha 17 anos, era aluna nova sim {Aha, eu sabia, rs} e ela tinha acabado de chegar de São Paulo. Ela era tão linda, cabelos pretos azulado até o meio das costas, olhos verdes que mais pareciam duas esmeraldas, uma boca vermelha marcante {sem batom} desenhada a dedo, pele branquinha feito algodão. Eu já tinha me envolvido com algumas garotas, mas nada sério, sempre fui muito porra louca e nunca me importei com sentimentos de ninguém justamente pelo medo de sofrer, nunca me deixava apaixonar, porém naquela época aconteceu e eu perdi totalmente o controle dos muros que rodeavam as defesas do meu coração.
Depois das devidas apresentações a Fernanda voltou para a sua cadeira e eu voltei meu headfone para os ouvidos, mas não faço ideia do que estava escutando, era apenas o rosto e a voz dela que vinham na minha mente. Na hora do intervalo foi aquela correria, a garotada correndo de um lado para o outro no corredor, os alunos saindo das suas respectivas salas, eu percebendo a demora da Fernanda em levantar-se, logo tratei de arrumar um motivo para demorar um pouco mais dentro da sala e sair junto com ela. Finalmente ela se levanta e caminha até a porta, recolho meu material e o jogo de qualquer forma dentro da bolsa já apressando o passo pra alcança-la. Assim que saímos da sala um garoto qualquer esbarra nela, derrubando seu fichário e soltando algumas folhas, então eu gritei:
- Óh garoto, presta mais atenção, quase derruba a menina.
O garoto meio desajeitado pediu desculpas e saiu todo apressado. Ajudei a recolher seus pertences e perguntei se ela estava bem, o que ela respondeu com um sorriso lindo que acabou comigo.
- Estou bem sim, obrigada. Qual o seu nome?
- Me chamo Daniele, você é a Fernanda, certo?
- Certo. Sou nova como sabe, seria pedir muito me acompanhar durante intervalo?
- Que isso? Te acompanho com certeza, pode contar comigo.
Seguimos então para a lanchonete da escola onde comemos qualquer besteira e conversamos um pouco sobre a mudança dela, descobri algumas coisas bem interessantes, outras nem tanto, como por exemplo, o fato dela ter deixado um namorado que amava muito e que estava se organizado para vim morar em Recife também, aquilo me deixou muito mal mesmo viu? E olha que eu tinha acabado de conhecer aquela garota, entendem agora porque nunca me deixei apaixonar? Quando a gente pensa que chegou nossa hora, vem um pombo e caga em nossas cabeças, enfim.
Voltamos pra sala e assistimos às aulas finais {fiz questão de passar para a cadeira livre ao seu lado, o que provocou a curiosidade de todos, já que em 4 anos naquela escola sempre sentei nas cadeiras do fundo}. Assim que largamos eu acompanhei a Fernanda até metade do caminho da sua casa e segui pra minha, entrei em casa, tomei um banho com ela no pensamento, liguei o som no ultimo volume e mesmo com o barulho adormeci pensando nela. No dia seguinte o professor mandou formarmos duplas, pois na segunda-feira teríamos que apresentar um pequeno trabalho de biologia. Logico que minha dupla foi a Fernanda né? A pedidos dela resolvemos nos encontrarmos na casa dela no dia seguinte para conclui o trabalho, ela me passou o endereço direitinho e pediu que eu chegasse por volta as 14h.
Eu estava ansiosa, não pelo fato de achar que poderia acontecer algo porque eu sabia que não iria acontecer, mas sim pelo fato de poder vê-la e ficar pertinho dela mais um pouco. Enfim, tomo minha ducha, ponho uma calça jeans surrada qualquer, uma camiseta baby look e minhas havaianas, mochila nas costas e headfone no ouvido {já perceberam que não vivo sem música né? rs} e sigo em direção a casa da Fernanda. Gente, andei pra caralho viu? Ela não mora, ela se esconde, puta que pariu -.-
Cheguei finalmente, bati duas vezes e a porta logo se abriu, ela estava linda demais. Uma bermudinha, blusinha regata e pés descalços, me convidou pra entrar e me ofereceu um copo de água gargalhando pela minha blusa colada no corpo de tanto suor, eu estava nojenta, confesso ¬¬’
Fomos direto pra mesa concluir o trabalho, por mais que a matéria e o assunto em si fossem extremamente chatos, eu não vi a hora passar, quando me dei conta já eram 19h. Perguntei o caminho do banheiro, entrei, fiz o que tinha que fazer e joguei uma água no rosto. Assim que sai, vejo meu celular em suas mãos:
- Seu celular tava tocando e eu atendi, era uma garota chamada Manu, perguntou aos berros porque eu atendi o seu celular, tentei explicar que você estava no banheiro, o que provavelmente piorou a situação, porque ela alterou ainda mais a voz, me xingou de tudo que era nome e finalizou dizendo que era sua namorada.
A Manuela era uma garota que eu tinha ficado no mês passado e que não significou nada, de onde é que ela tirou essa história que eu era namorada dela? Nunca prometi nada a ela meu Deus, eu ia matar aquela garota, não por ter inventado aquilo, mas sim por ter inventado e ter dito justamente pra ultima pessoa que ela poderia dizer.
- Feh, deixa eu explicar tá? Essa menina, ela não...
- Você é lésbica Daniele?
- Feh, eu não...
- Eu te fiz uma pergunta, responde...
- Posso responder se parar de me interromper.
- Então fala...
- Eu sou lésbica desde os 12 anos, essa Manu ai é uma garota que eu fiquei no mês passado, mas não temos exatamente nada. Ficamos e só.
- Entendi, não gostei da forma que ela falou comigo.
- Muito menos eu, vou falar com ela, resolver isso. Não admito que ela te trate assim, nem ela e nem ninguém.
- E porque não admite isso? Não significo nada pra você.
- Ai que você se engana Fernanda, significa mais do que pode imaginar. Significa o que nenhuma garota já significou. Você significa exatamente o que estou sentindo nesse momento.
Eu nunca pensei que fosse agir dessa forma um dia, nunca precisei ir atrás de garota nenhuma e sempre tive todas que eu quis, mas naquele momento foi diferente. Após pronunciar aquelas palavras eu a puxei pela cintura e a beijei. Com medo de uma repulsa eu não a segurei forte, mas me surpreendi quando ela me apertou em seus braços e ainda me beijando saiu andando pela casa. Me dei conta de que estávamos em um quarto quando tombei em cima de uma cama com o peso do corpo de Fernanda por cima do meu, o momento estava sendo mágico. Ela sentou em minhas pernas e alcançou o controle do som e o ligou {estava tocando 3 doors down, totalmente propicio para o momento} e aos poucos foi tirando sua blusa, short, sutiã e voltando a me beijar. Foi ao poucos tirando minha roupa e jogando de lado, dominando totalmente a situação e me surpreendendo a cada minuto:
- Confesso que morri de ciúmes quando escutei aquela garota dizendo que era sua namorada, tive vontade de entrar naquele banheiro e te bater só pelo fato de não prestar atenção em mim.
- Eu prestei atenção em você desde o momento que estrou naquela sala de aula
- Eu te quis desde o momento que tu gritou com o garoto do corredor
- Você é muito linda, e tá provocando em mim o que nenhuma garota conseguiu até hoje, faz amor comigo, vai?
Nesse momento ela caiu de boca em um dos meus seios, enquanto o outro era tomado pela sua mão, me causando arrepios intermináveis. Em seguida foi descendo com a ponta da língua, fazendo um caminho com a pontinha até o meio de minhas pernas, pulando a parte mais sensível e quente do meu corpo, e se demorando na parte de dentro de minhas coxas, ela queria me provocar e tava conseguindo.
- Pede, me diz o que tu quer com todas as letras vai...
- Me chupa com vontade Fernanda
Senti o corpo dela tremer todo, em seguida a sua língua e quente entrando de uma só vez dentro de mim, foi inevitável o grito de prazer que ela me fez soltar, eu já estava em ponto de bala fazia tempo, eu precisava da boca dela me chupando forte da forma que ela estava fazendo. Enquanto Fernanda me chupava, dois de seus dedos afoitos hora brincavam com meu clitóris, hora me penetravam com força fazendo assim eu ter espasmos de pré-orgarmos, era absurda aquela boca e língua, gozei no mínimo umas 4 vezes antes de cairmos exaustas na cama. Eu estava toda dolorida e cansada, mal conseguia me mexer. Olhei a hora e já passava das 23h, dei um pulo dizendo que estava tarde e que precisava ir pra casa ao mesmo tempo em que procurava minhas roupas que estavam espalhadas por todo o quarto, mas ela me puxou pela cintura e pediu pra que dormisse com ela naquela noite, agora pensa bem... A garota dos teus sonhos te pede toda dengozinha pra passar a noite contigo depois de vocês fazerem amor por horas, tem como negar? Não, né? Pois bem, pedimos duas pizzas grandes {estávamos morrendo de fome, rs} e fomos tentar assistir uns filmes. Falo tentar porque isso não aconteceu, ela passou o filme todo me cutucando e como ninguém é de ferro eu cedi né? Passamos a madrugada toda fazendo amor e vimos o dia clarear abraçadas em sua cama e assim se seguiram os dias durante 1 ano e 6 meses.

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