Forever Mine!



Olá pessoas, me chamo Daniele e o que vou contar é uma história verídica, ou seja... Não acrescentarei o que não aconteceu. Se você está procurando por putaria, te aconselho a apertar Alt+f4 e sair do meu conto, minha intenção é dividir com os leitores alguns momentos da minha vida e não provocar a sua libido. Esse conto será um tantinho longo, pois gosto da riqueza de detalhes, então peço que tenham um pouquinho de paciência ok? Vamos ao que interessa então.
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Desde criancinha sempre tive fortíssimas tendências homossexuais, mais foi aos 12 anos que me descobri lésbica. Hoje, aos 21 sou assumida e extremamente feliz com minha “escolha”. Sou de Recife-PE e esse conto aconteceu tem mais ou menos uns 5 meses, quando decidi largar meu emprego, família, amigos e principalmente minha atual namorada para me mudar pra São Paulo por causa de uma garota que eu conhecia já faziam 4 anos, mas nunca tivemos a oportunidade de nos conhecermos pessoalmente.
Durante todo esse tempo, sempre conversamos por celular, e-mail, msn, facebook, etc. O tempo foi passando e o sentimento de amigas deu lugar a um novo sentimento que, a cada dia que passava ia crescendo cada vez mais forte, mais puro, mais intenso, porém tanto eu quanto ela namorávamos. Em um determinado momento, o sentimento passou a nos incomodar tanto, chegando ao nosso limite, precisávamos nos ver o mais rápido possível. Nossas conversas varando a madrugada, fazendo amor pelo telefone já não estavam mais sendo suficientes, vivíamos sonhando com o dia que poderíamos nos beijar, nos sentir, nos amar ao vivo e a cores, foi quando certo dia ela me questionou:
- Amor, tu teria coragem de vim morar em São Paulo?
Eu surpresa, respondi:
- Por você? Sim, mesmo tendo toda uma vida aqui eu teria. Meu pai já me chamou várias vezes pra morar com ele, mas nunca senti vontade.
- Se eu te chamasse, tu viria?
- Amor, é uma decisão muito séria a se tomar, tu por acaso largaria um relacionamento de 2 anos pra ficar comigo?
- Dani, eu estou com ela, mas é você que eu amo. Lógico que essas coisas levam tempo, mas eu procuraria resolver o mais rápido possível pra poder ficar e viver contigo.
- Eu tenho medo de largar minha vida e meu conforto pra ir morar em São Paulo e correr o risco de não darmos certo.
- Eu também tenho medo Dani, mas se a gente não tentar, vamos cometer o erro de nunca saber se daríamos certo.
Depois desses argumentos eu não tive dúvidas, conversei com meu pai, conversei com minha mãe, preparei e organizei tudo e uma semana depois minha viagem já estava marcada. Assim que pousei no aeroporto de Guarulhos tive a visão mais linda do mundo, ela estava lá me esperando, linda, maravilhosa e... Ao lado do sogro 0.0
Abracei forte meu pai pra matar toda aquela saudade que existia entre nós, afinal de contas, a ultima vez que nos vimos foi no meu aniversário de 15 anos. Em seguida a abracei apertado quase esmagando seus ossinhos, esperei tanto por aquele abraço, pra sentir aquele cheiro inebriante que ela tem, me emociono até hoje só de lembrar.
Passado aquele momento de melação, seguimos para um restaurante qualquer do centro, afinal de contas ninguém é de ferro né? E já faziam horas que eu não comia nada, a ansiedade não permitiu que eu conseguisse comer, então fomos almoçar e entre uma garfada e outra conversamos amenidades. Assim que terminamos, meu pai disse que precisava resolver umas coisas e perguntou se eu queria acompanha-lo ou se eu preferia passar um tempinho com ela, adivinha o que eu respondi, rs.
Entramos em seu carro e fomos passar, ela fazia questão de me mostrar cada pedacinho por onde passávamos. Depois de várias horas dirigindo, ela resolveu parar em um lugar meio isolado de São Paulo, assistimos ao espetáculo do por do sol fazendo amor em seu carro, em seguida ela me levou pra casa do meu pai, se despedindo de mim com vários beijos.
No dia seguinte ela me ligou perguntando se poderia me ver, pois tinha que visitar um cliente da empresa perto de casa e depois estaria livre para passar o dia comigo, obviamente eu aceitei né? Umas 2h depois ela estava lá em casa conversando intimamente com meu pai, a mulher dele e meu irmão e eu estava observando emocionadamente aquela cena, era tudo que eu sempre sonhei sabe? Enfim, conversamos, brincamos, namoramos, jogamos videogame com meu irmãozinho até a hora dela ir embora. Eu estava me sentindo a garota mais feliz do mundo, não tinha o mesmo conforto que tinha na casa da minha mãe, não tinha amigos e trabalho em São Paulo, mas tinha o que mais estava me fazendo bem, minha namorada convivendo perfeitamente com minha família que nos aceitavam e nos respeitavam. Depois desse dia, demoramos alguns dias pra nos vermos novamente por conta do trabalho dela, às vezes ainda discutíamos por conta da sua namorada, mas sempre tentávamos levar a situação de boa.
Uma semana depois ela me liga no fim da tarde perguntando se eu queria dar uma volta, jantar e tomar alguma coisa. Algumas horas depois eu já estava pronta esperando por ela que chegou e me travou com sua beleza, ela estava linda. Seus cabelos cacheados estavam soltos, sua boca vermelha e carnuda estava levemente contornada com seu gloss sabor morango e um vestidinho verde esmeralda justinho cobria seu corpo {babei litros}. Nos despedimos e saímos, jantamos comida japonesa {meu prato favorito} e depois fomos dar uma volta no centro da cidade, ela me apresentou os lugares mais badalados do centro, virava e mexia, ela me atacava com aquela boca e mãos maravilhosas, aquilo estava me deixando num estado de excitação incontrolável, então eu a intimei:

- Ou você para com isso, ou me leva pra algum canto, já
- Uii, entra nesse carro e aperta o cinto então gata
Entramos no carro e juro e poucos minutos depois estávamos entrando em um motel luxuoso de São Paulo, pagamos pernoite e seguimos rumo ao nosso quarto. Assim que entrei no cômodo visualizei o ambiente, uma cama enorme, aconchegante e redonda no meio do quarto com lençóis brancos estrategicamente alinhados, um espelho de teto que ia de uma ponta a outra descendo pela cabeceira da cama com um abajur em cada lado e um frigobar encostado na parede, em cima de uma mesa, no lado direito havia uma bacia de gelo com champanhe e duas taças dentro, ao lado outra bacia com morangos fresquinhos. Do lado esquerdo alguns acessórios típicos de motéis, como camisinhas, sabonetes, óleos lubrificantes, etc. Um pouco mais pra dentro do quarto, uma banheira de hidromassagem que daria perfeitamente para se fazer um bacanal, cabia facilmente mais de 10 pessoas ali dentro 0.0, ao lado um chuveiro com box espaçoso e uma porta interligada com a bacia sanitária. Poderia jurar que ela tinha planejado tudo aquilo minunciosamente, será?
Ela então me abraçou por trás com uma das mãos e com a outra afastava meus cachinhos que cobriam meu pescoço, deixando-o assim livre para sua boca poder acaricia-lo com leves mordidinhas. Foi beijando e respirando propositalmente em minha orelha, provocando arrepios intermináveis. Me virei lentamente pra ela e a beijei com todo o amor que eu sentia por ela. Nesse momento os beijos começaram a exigir mais de nossos corpos já suados, delicadamente ela me deitou na cama e voltou a me beijar. Suas mãos pareciam ter vida própria, a cada toque me arrancava um novo gemido. Vendo meu estado de excitação, enfim ela resolveu me despir. Tirou minha camisa com uma lentidão absurda, em seguida tirou meu sutiã e vou a se deitar por cima de mim e encaixar sua boca na minha. Ainda por cima de mim, jogou o peso do seu corpo sobre mim, levantou seu quadril e com as mãos livres desabotoou minha calça jeans e a tirou de uma vez só, me deixando apenas com a calcinha que a muito já se encontrava num estado lamentável de tão molhada :$, a filha da puta sabe provocar, não é atoa que é do signo de escorpião --‘
Já não aguentando mais, girei meu corpo ficando assim por cima dela. Voltei a beija-la, fui descendo de encontro ao seu pescoço {sim, sou quase uma vampira, rs} e me demorei um pouco ali naquela região, sentindo a pulsação em suas veias jugulares enquanto meus ouvidos captavam gostosos gemidos de prazer, em seguida fui descendo ao infinito e além {rs} e quando cheguei bem perto de seu ponto mais sensível senti que ela prendeu a respiração esperando pelo contato, foi quando eu simplesmente parei. Sentei em suas pernas e fiquei olhando pra ela com o sorriso mais sínico do mundo, então ela deixou o ar voltar para o pulmão e soltou um sonoro FILHA DA PUTA. 

Eu tive crises de risos, cai deitada na cama me desdobrando de dor na barriga te tanto ri:
- Daniele, sua filha da puta, você me paga {risos}
- Quem mandou vim me torturar, tua cara foi sensacional sabia? {chorando de ri}
Ela me levantou da posição que eu tava e me jogou na cama, de onde ela tirou forças pra isso eu não faço ideia, afinal de contas eu tenho 1,65 de altura e peso 66k e ela tem 1,56 e pesa 58k, talvez seja do kong fu, vai saber né? Enfim... Arrancou de vez minha calcinha molhada e mergulhou sua boca e língua dentro de mim, penetrando de uma vez só dois de seus dedos ágeis, me pegando totalmente de surpresa. A sensação foi tão inebriante que minha cabeça girou num 360°C acompanhado de um duplo twist carpado, tamanha foi à energia que passou pelo meu corpo, como pode isso Bial? 0.0, perdi as contas de quantos orgasmos ela me proporcionou naquela posição, afinal de contas, ela sempre soube que meu ponto fraco é justamente o sexo oral {ninfomaníaca presente, rs} e foi justamente em consequência desses orgasmos que tive uma crise de asma, acabando com o restante da nossa noite --‘
Amanhecemos de conchinha, com ela respirando adormecida em meu pescoço, gosto tanto dessa sensação, dessa ternura. Me virei de frente e fiquei observando ela dormir, estava tão linda com os lábios entreabertos, não resisti e a beijei e senti seus braços fazendo pressão em meu corpo para que eu me encaixasse um pouco mais, acabando com a pouca distância que havia entre nossos corpos, o clima tava esquentando de forma tão gostosa, foi ai que me toquei que já havia amanhecido. Peguei o celular e me dei conta que faltava menos de uma hora para o nosso tempo acabar, então corri pro chuveiro:
- Vem amor, vamos tomar banho que daqui a pouco vamos ser expulsas daqui e eu quero sair cheirosa, rs
- Se eu for tomar banho contigo, sabe que não vamos tomar banho né? Tome o seu que eu vou em seguida
Concordei, afinal de contas ela tinha razão. Tomei meu banho e assim que fechei o chuveiro, escutei uma melodia gostosa saindo de algum lugar, mas não lembro de ter visto nenhum aparelho de som no quarto, então sai do banheiro e lá estava o meu amor sentada na cama com uma bandeja de café da manhã em sua frente, uma rosa vermelha ao lado e o som que eu havia escutado era uma música belíssima que vinha do seu celular, terminamos o nosso café da manhã e voltamos pra casa no maior clima de amor. Porém, um mês depois aconteceram vários problemas e contratempos, e ela resolveu continuar com a namorada. Eu? Bom, voltei pra Recife e pra minha namorada.

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