Professora Boa!

Contos Eróticos
Contos Eróticos - Flaralove


Depois de ler vários contos, me aventurei a escrever um sobre o que aconteceu comigo. Vou descrever minhas experiências e meus desejos.
Sou moreno, 1.70 de altura, magro, peito e pernas peludas. Não sou nenhum galã, mas pra quem gosta sou um bom prato.
Sou casado á sete anos, vida sexual de um casal que caiu na rotina.
Certo dia minha esposa (uma morena clara, olhos negros penetrantes, 1.63 de altura, seios grandes, um bumbum delicioso, para se ter uma ideia melhor: estilo modelo gordinha).
Disse-me que tinha que sair, mas avisou que viria uma amiga em casa, pois, essa amiga queria falar comigo, a respeito de um serviço que tinha que fazer na casa dela. Ela era solteira e não conhecia ninguém no bairro que fizesse. Disse que ela é super gente boa, uma amiga e tanto. Que se conheciam desde a infância, mas há muito tempo não se viam, pois, ela tinha viajado para o Egito e voltou á alguns dias.
Eu disse que tudo bem, mas iria tomar banho, que quando saísse deixasse o portão aberto. Ela se irritou e disse que eu estava a expulsando de casa, que queria ficar sozinho, pois, queria fazer alguma coisa de errado. Começamos a discutir, coisa que já se tornou um habito, entre a gente. Para não tirar minha paz, entrei para o banheiro e a deixei falando só. De repente ouço a porta bater forte. Olhei, ela havia saído furiosa. Fui tomar meu banho, fazia muito calor nesse dia. Tomei meu banho e fiquei apenas de cueca. Fui deitar estava quase dormindo, quando escuto um barulho no portão e salto na escada, não dei importância quanto a isso, apenas pensei que ela havia voltado pra brigar. Fingi que estava dormindo, ouço a porta abrindo suavemente e o som de salto cada vez mais perto. De repente a porta do meu quarto se abre, uma linda mulher entra, muito cheirosa. Eu estava muito sonolento, percebi que aquele perfume não conhecia, mas nem virei o rosto. Tomei um susto, alguém me segurava pelo braço e a minha boca, com força. Pude perceber que era mulher, tinha unhas grandes que não se importou em crava-las no meu braço, muito menos em minha face. Disse-me você vai aprender como deve se tratar uma mulher, porque se fosse comigo seria assim:
Ainda me segurando, soltou uma das mãos, a que segurava meu braço e passou a mão cravando as unhas, por todo meu peito e levantando vários vergões enquanto beijava meu pescoço e o mordia. Passava perto da boca, mas não a beijava apenas fingia, me deixando louco de tesão pra beijar aquela boca carnuda. A chamei de filha da puta, bateu na minha cara, mordeu meu lábio inferior com força e foi esticando, puxando. Meu pau já estava latejando de tanto tesão. Ela percebeu, mas não deu importância. Continuou a me beijar e morder meu pescoço, meu peito. Foi descendo e mordendo meu peito, minha barriga. Abocanhou meu pau por cima da cueca, mordendo como se quisesse arranca-lo fora. Era um misto de dor e tesão ao extremo. Olhou para mim, com aqueles olhos verdes, como se me devora-se, com uma cara de puta como jamais tinha visto em outra mulher. Subiu, subitamente, em cima da cama. Mais precisamente por cima de mim. Vestia um vestido curto, de couro preto, salto agulha. Uma morena jambo, 1.75 de altura, cintura fina, seios fartos, bunda avantajada, o corpo muito parecido com a mulher pera, cabelos negros, longos levemente ondulados. Disse, com voz autoritária, como se fosse uma professora brigando com um aluno “Você é um menino muito levado e vai ficar de castigo. Eu vou te ensinar como se faz com uma mulher na cama e na vida. Vou te ensinar como dar prazer e sentir prazer. Fiquei muito louco com aquela situação. Uma mulher me dominando, tentei segura-la pelas pernas, para beijar suas coxas. Ela me empurrou com o pé, cai na cama sem reação. Ela disse “Fica quietinho, que agora quem manda aqui sou eu”. Se não me obedecer, vai ter castigo.” Enfincando o salto no meu peito, enquanto dizia isso. Eu fiquei em estado de tesão total e disse “Prô, me ensina a te deixar louca.” Ela respondeu “Fica quieto, agora a aula vai começar.” Colocou o pé no meu rosto e mandou que eu o beija-se. Comecei com beijos selvagens, mas apanhei com um lenço, que ela trazia no pescoço. “Beija delicadamente como se meu pé fosse algo divino.” Me empolguei e fui subindo beijando sua perna, sua coxa. Percebi que ela estava gostando e se deixando levar pelo tesão. Fui até o limite do vestido. Ela sorriu safada e disse “Um premio para um bom aluno.” Virou de costas e começou a abrir o zíper do vestido. Eu cada vez mais louco. Ela passou a mão pelo ombro e despia o vestido, como se o desejo dela fosse me ver tendo um infarto. Segurei ela pelas pernas e comecei a beijar sua bunda. Tão linda e gostosa. Ela inclinou o corpo para frente e rebolando foi tirando o vestido, deixando-o cair aos pés. Não perdi a oportunidade de chupar seu cu lisinho e sentir a buceta dela escorrer um caldo quente e muito gostoso. Ela virou. “Quero ver quanto tempo aguenta ficar sem respirar.” E socou a buceta na minha cara. Realmente, mal podia respirar, mas era a coisa mais gostosa que já tinha feito. Ela gemia e segurava o cabelo com as mãos e balançava de um lado para o outro, dizendo “Chupa que a Prô gosta, faz bem gostoso, que a Prô da um premio pra você.” Os seios dela balançavam conforme ela se mexia pra esfregar a buceta na minha língua. “Pare” disse ela. Não quero gozar agora. Abaixou e me empurrou, arrancou minha cueca com violência e enfiou meu pau em sua boca e que boca. Delirava com aquela boca. Fazia uma chupeta como ninguém. Enquanto arranhava meu corpo. Eu estava com tanto tesão, que já não conseguia me controlar. Estava a ponto de gozar. Meu pau latejava e pulsava na boca dela. Ela começou a se masturbar estava cada vez mais louca de tesão. Tirou a pica da boca e mandou “Me enraba agora, te dou o direito de comer os dois buracos.” Não pensei duas vezes, levantei e fui. Soquei primeiro na buceta e com maestria, lambuzei bem o pau e soquei sem dó no seu cu. Ela gemia e gritava de prazer. Eu intercalava entre o cu e a buceta. Estávamos tão loucos de prazer, que a única coisa que eu disse: “Vou gozar” e ela respondeu “Soca no meu cu, quero sentir você explodindo dentro de mim”. Eu comecei a gozar, ela foi ao delírio. Gozou espetacularmente. Cansados e suados, cada um caiu de um lado da cama. Ela me beijou e começou a se vestir. Eu, sem entender, perguntei o que ouve, aonde vai? Ela sorriu e disse “Embora, você foi um ótimo aluno.” Sentei e perguntei: “Mas você não vinha falar comigo pra ver um serviço na sua casa.” Ela sorriu novamente e já vestida “Seus serviços por hoje, já não são mais necessários.” Jogou o lenço em volta do pescoço, deu um lindo sorriso e saiu. Fiquei pasmo, com uma mulher tão bonita, jovem, sedutora e tão segura. Algumas horas depois, minha esposa chegou, estava cheia de sacolas. Mais calma, me perguntou se morgana havia vindo em casa. Gelei, mas disse que sim. Que combinamos tudo e depois passava lá. Ela começou a contar do passeio, eu me revoltei, comecei a pensar na morgana e fui até minha esposa. A beijei de surpresa. Ela me abraçou e fizemos sexo ali mesmo na sala. Foi bom, como há muito tempo não era. Mas meu fogo maior, é por morgana. Algumas vezes, ainda vou a casa dela, arrumar alguma coisa e transamos a tarde inteira. Meu casamento mudou muito depois da minha querida Prô.

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