Na Cama com Camila!



Chovia. Por isso Camila chegou molhada.
— Toma um banho quente — sugeri.
Deitada na rede, estruturando mentalmente os parágrafos que iria, mais tarde, digitar do meu terceiro livro, eu observava os movimentos da morena baixinha e magrinha, de seios pequeninhos e cabelos compridos, que acabava de completar dezessete anos. Enrolada na toalha, recendendo ao meu xampu e ao meu sabonete, ela escovava os cabelos com a minha escova, falando, com voz ansiosa, de tudo e de nada. Seu nervosismo era palpável.
Mas não era isso que eu queria apalpar.
— Vamos tirar umas fotos? — propus.
Elas não resistem ao fascínio de uma câmera.
“Assim... mostrando os peitinhos.” Clic. “Mostrando a bundinha.” Clic. “Agora... a bocetinha.” Clic.
Eu não resisto ao fascínio de uma boceta.
— Hmm...
Sai reforma, entra reforma, as onomatopeias continuam um campo impreciso em nossa ortografia. Eis por que muitos tradutores de histórias em quadrinhos preferem deixá-las no original. Suspiros e gemidos, grunhidos e ruídos, flutuam num vazio gráfico que cada um preenche de acordo com sua criatividade. Eis por que não transcrevo o que ouvi. Apenas descrevo o que vi e o que senti: o que vimos e sentimos.
Com os olhinhos brilhando, Camila me viu tirar a saia e deitar por cima dela. E eu vi seus mamilos endurecerem ao contato de minha boca. Depois não vi mais seus olhos. Mas senti a ondulação de seu ventre, ao ritmo da respiração ansiosa enquanto eu descia por seu corpo em direção à fonte de prazer. A boceta da pequena era grande.
E deliciosa.
Molhadinha de tesão, Camila recebeu o primeiro minete de sua vida afagando meus cabelos enquanto eu saboreava a sua boceta de lábios fechados e cheiro de virgindade. Chupei com dedicação, consciente da importância que o momento representava para ela. Lambi. E suguei o seu clitóris, que tardou um pouco a reagir. Quando reagiu, porém, as sensações foram maravilhosas, preparando para o orgasmo que viria a seguir, e envolventes, como os braços que me receberam.
— É a primeira vez que eu fico com outra menina — disse ela. — Bem... na verdade, até hoje eu nunca fiquei com ninguém... assim... a sério. Mas... não sei o que está acontecendo comigo. Desde que eu te vi...
Meu beijo interrompeu uma explicação que eu não queria ouvir. Apaixonada por mim? Não, eu não queria isso.
Eu só queria “aquilo”.
Tirando a blusa, encostei nossos peitinhos. E tornei a beijá-la, sentindo seu abandono e o palpitar do coração que acelerava por mim desde o início do ano letivo. Era um amor fora dos padrões, que ela não queria, mas não conseguia evitar. Era um amor que ela preferiria casto. Mas castidade não combina com homossexualidade. Foi então que o acontecido na sala de aula, com Marília, apesar de a ter chocado e magoado, revelou-lhe o único caminho a seguir.
— Eu faço tudo o que você quiser — disse ela com a voz debilitada pela emoção.
— Tudo?
— Tudo.
Ficando em cima de mim, Camila chupou meus peitinhos demoradamente, antes de voltar a me beijar na boca, no pescoço, no ventre, no monte de Vênus.
— Como você é bonita... — murmurou ela.
Não sei se falava comigo ou com a boceta que a chamava entre minhas pernas e que recebeu um beijo tão delicado quanto os dedos que se moveram para acariciar, pela primeira, vez uma vulva que não era a sua.
Era a boceta de Érika, lisa naturalmente, asseada impecavelmente. Cheirosa. Era a boceta de Érika, linda, rechonchuda, irresistível. Era a minha boceta, que Camila chupou; porque é assim que uma mulher demonstra a outra o seu amor. Como criança que recebe um presente inesperado, ela chupou com alegria, dando risinhos enquanto me mordiscava os grandes lábios, lambia o grelinho e se surpreendia com o sabor apaixonante da rachinha.
E eu gozei na boca que depois se derreteu em palavras de amor e de juras que eu não queria ouvir

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