IARA E LORNA


Por obra do acaso tive um relacionamento com Iara, que depois vim a saber que era amiga da minha sobrinha Lorna. Desde que Lorna completou 16 anos vinha sentindo tesão por ela, e nesse interregno até perdi a conta de quantas punhetas havia tocado em sua homenagem. Sabia que ela era uma mulher intangível, não somente pelo fato de sermos tio e sobrinha, casado e a grande diferença de idade. Além do mais não percebia qualquer sinal de interesse nela por homens mais velhos. Como diz o ditado, a fila anda, e andando conheci Iara, que embora fosse apenas alguns anos mais velha que Lorna, demonstrava ser bem mais madura que a amiga. Em pouco tempo de amizade Iara me confidenciou suas fantasias sexuais, e logo passamos a realiza-las. A primeira foi quando ela veio ao meu trabalho usando apenas um vestido preto, sem calcinha ou sutiã, e com a porta apenas fechada (não trancada) tirou o vestido e nuazinha andou em minha direção, para me beijar na boca e em seguida se ajoelhar e tirar a rola antes de abocanhá-la inteira, chupando com afinco até receber os vários jatos de gala em sua garganta. Engoliu, sorriu, recolocou o vestido e após abrir a porta falou alto “obrigada doutor”, saindo rebolativa entre minhas funcionarias. Noutra vez tornou a aparecer no meu trabalho no final do expediente, fazendo questão que todas vissem que aquele jovem mulher ficaria sozinha com um quarentão casado, e tão logo fechou a porta já foi caindo de boca na rola, e após deixa-la bem dura e molhada, montar no meu colo de frente pra mim, arredar a calcinha pro lado e descer a xoxota suave até sentir meu saco encostar nas suas coxas, passando a cavalgar a rola como uma experiente amazona até sentir os jatos de porra regarem seu útero. Tirou da bolsa um absorvente interno (OB), vedou a vagina mantendo a porra em seu interior, e com a cara mais safada do mundo informou que iria jantar com seu noivo, comemorando 3 anos de namoro. Iara era linda, gostosa, branquinha, com peitinhos bojudos e xoxota lisa e rosada. Adorava meter, levando pica na buceta, no cuzinho e na boca, fazendo questão engolir todo o leite lançado direto em sua garganta. Gostava do noivo mas dizia que na cama eles eram com o côncavo e o convexo, ela gostando muito de sexo e ele apenas o trivial, e pra não ficar com fama de puta, viu em mim sua válvula de escape, até porque sabia que eu tinha que ser muito discreto por ser casado e ter um importante cargo. Foi na cama do quarto de motel, assistindo um filme onde o homem metia com duas mulheres que eu comentei que aquilo era o meu sonho de consumo. Como não tínhamos segredos, Iara acabou por revelar que tinha vontade de ir pra cama com um homem e outra mulher, e quando falei que iria contratar uma garota pra sair conosco, ela falou que não se sentiria bem transando com uma mulher estranha, que tinha que ser com alguma conhecida. Passamos dias pensando no nome da felizarda, até que um dia fui estando com minha sobrinha Lorna no shopping comprando calça jeans para ela (tudo o que ela me pedia eu dava), quando Iara me viu dentro da loja olhando disfarçadamente pra dentro do provador. Ficou na espreita pra ver quem eu tentava ver dentro do provador, e para sua surpresa viu que era Lorna. Até então ela não sabia que eu conhecia a Lorna. Se aproximou da amiga e após cumprimenta-la, Lorna me apresentou como sendo seu tio, e o olhar dela chegou a brilhar com a noticia. Fingimos que não nos conhecíamos e fomos lanchar na praça de alimentação. Papo vai, papo vem, até que eu disse que teria que ir de carro ao Rio de Janeiro na semana seguinte, lá permanecendo por três dias. Para surpresa da Lorna, Iara disse que não conhecia a cidade maravilhosa e ela poderia ir comigo. Vendo minha cara de surpresa com aquela proposta, Lorna tratou logo de dizer que eu era casado e não ficaria bem eu viajar com outra mulher. Iara, sempre esperta, sorriu e disse “o que os olhos não vêm o coração não sente”, bastando que minha esposa nada soubesse, e antes que disséssemos algo, Iara completou “vamos amiga, vamos juntas, porque se você for também, tanto meu noivo quanto seu namorado não irão encher nosso saco, uma seria o álibi da outra”. Minha sobrinha nada respondeu a passados dois dias Iara me ligou dizendo que de tanto insistir acabou conseguido convencer a amiga a viajar conosco. Eu já havia planejado essa viagem com Iara, e não entendi porque ela havia chamado minha sobrinha, já que ela iria ser um empecilho pras nossas transas. Iara então disse que iríamos unir o útil ao agradável, porque deduziu que eu sentia tesão pela Lorna e que Lorna poderia ser a outra mulher que transaria conosco. Ainda tentei argumentar que Lorna era muito menina, que só curtia rapazinho e certamente não gostava de putaria na cama. Após soltar uma sonora gargalhada, Iara disse que de santinha Lorna não tinha nada, que também era uma putinha na cama, já tendo transado com vários rapazes, e que inclusive sabia que ela já havia beijado outra garota na boca numa festa rave. Disse que também sondou a amiga e descobriu que ela me achava um coroa bonito e gostoso, e se eu não fosse seu tio daria mole pra mim. Fiquei animado com aquela informação e deixei rolar pra ver o que aconteceria. Por telefone resolvi a maioria dos problemas que iria tratar no RJ, nos dando praticamente dois dias só para curtição. Peguei as meninas no local combinado e partimos pro litoral. Na primeira parada elas já começaram a beber ice e quando chegamos ao hotel (eu havia reservado um quarto com duas camas de casal) elas já estavam bem altinhas. Não bem nos alojamos e já foram colocando biquínis pra ir à praia. Falei que iria trabalhar e que as encontraria à noite. Como elas haviam esquecido os celulares no quarto, fiquei sem me comunicar com as duas, e quando retornei pro hotel as encontrei deitadas e peladas, trocando um delicioso beijo de língua. Ao me ver parado na porta, Iara, com a voz pastosa pelo efeito das bebidas falou “vai tomar banho tiozão gostoso, porque suas sobrinhas safadas estão te esperando na cama”, e tornaram a se beijar. Como se fosse o “The Flash”, tomei um rápido banho (lavando bem minhas partes intimas) e quando retornei as encontrei fazendo um delicioso 69, estando minha sobrinha por baixo e Iara por cima. Meu pau chegava a pulsar de tanta ansiedade. Me abaixei atrás da Iara, a após dar-lhe várias linguadas e chupadas no cu (a buceta se encontrava sendo sugada pela Lorna), ajeitei a cabeça da rola no orifício anal e lentamente fui empurrando o falo, até faze-lo desaparecer dentro do apertado túnel que eu tanto conhecia. Soquei com tanta força e vontade que logo gozei dentro dela. Tirei a rola ainda dura e após novamente lavar, voltei pra cama e dessa vez encontrei Lorna por cima. Me sentei atrás dela e fiquei um bom tempo apreciando a beleza da xoxota semidepilada e do cuzinho marrom da minha sobrinha. Cheirei, lambi e chupei da buceta ao cu, e quando Lorna já rebolava noticiando um novo orgasmo, ajeitei a rola na sua buceta e lentamente fui enfiando até encostar o saco nas suas coxas, Metia alternando cravadas fortes e rápidas com outras lentas e suaves, fazendo que novamente gozasse. Num lampejo de lucidez, entendi que não seria prudente gozar dentro da buceta dela, retirando o pau e o empurrando no convidativo cuzinho. Percebendo a pressão da cabeça da pica em seu rabo, Lorna apenas pediu que eu enfiasse devagar, porque não estava acostumada a dar a bundinha. Pedido feito pedido aceito. Tornei a tirar a pica deixando cair uma boa quantidade de cuspe no buraco para azeitar a investida, e lentamente fui pressionando até a cabeça ultrapassar a resistência do esfíncter. Após uma breve parada para que ela se acostumasse com o invasor, retornei a labuta e lentamente o falo entrou até sumir dentro do túnel anal da minha sobrinha. Pra ajudar a amiga, Iara passou a lamber o clitóris da Lorna até que gozamos os dois praticamente juntos (já que minha sobrinha havia parado de chupar a amiga, tendo se concentrado na enrabada). Após um merecido e necessário descanso, saímos e passemos pela night carioca, agindo como se elas fossem minhas namoradas, alternando beijos nas bocas das duas. Dormimos nus e abraçados, estando eu no meio. Curtimos a praia na manhã seguinte e passamos a tarde toda trancados no quarto do hotel, e dessa vez elas meteram comigo sem a necessidade de estarem tontas. Como já sabia que Lorna tomava anticoncepcional, dessa vez gozei tranqüilo dentro de sua buceta (como já fazia na xoxota da Iara). Elas ficaram tão putinhas que retornaram vestindo saia sem calcinha, e quando passávamos por algum caminhão elas faziam questão de abrir as pernas e colocar os seios pra fora pra deleite dos caminhoneiros.

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