A Gordinha Gostosa filha do meu chefe !




Eu me deitei na cama, ansioso pelo cumprimento da proposta indecorosa que recebi. Sibele estava no banheiro e segundo ela, iria se aprontar pra mim. Ela disse que eu me deitasse na cama e que ficasse exatamente como estava: roupa social, sapatos e gravata. Naquele dia tivemos uma reunião importante com algumas figuras da empresa, o que tomou praticamente o dia inteiro de trabalho. Lá mesmo, na sala de reuniões, Sibele me passou uma mensagem de texto combinando a hora e o lugar que nos encontraríamos. E lá estava eu, ansioso, esperando que a putinha filha do chefe saísse do banheiro. Mas qual era a tão aguardada surpresa?
Enquanto eu aguardava, liguei a TV do quarto do motel. Claro que só filmes pornôs passavam e era isso mesmo que me interessaria. Num canal uma mulher chupando um pau que devia ter uns 25 cm de cumprimento! Ela se lambuzava, batia com a cobra gigante na cara, cuspia e foi assim até o negrão derramar um litro de porra na cara dela! Que absurdo! No outro, uma oriental era atolada no cuzinho por um carinha que não parecia ter nem 18 anos de idade. Nunca vi uma oriental tão satisfeita em levar rola no cú. E fiquei vidrado nesse filme em particular, olhando pra cara de satisfação da oriental tomando pau na bunda. Ouvi a porta do banheiro se abrir então desliguei a TV.
Sibele saiu do banheiro, lentamente e olhando pra mim com uma puta cara de safada. Ela usava um corpete vermelho, muito sensual. Seus seios fartos pareciam saltar pra fora, mas estavam controladamente firmes na peça. Uma cinta-liga da mesma cor, presa a uma meia-calça preta, mas quase transparente. Salto alto vermelho também e uma calcinha preta, pelo jeito muito pequena. Pedi pra que ela girasse o corpo, pra eu poder ver melhor o conjunto todo. Ela ficou de costas, empinou um pouco o corpo e pude perceber que decididamente era uma calcinha minúscula. Lentamente ela veio caminhando em minha direção e eu ali deitado, esperando ansiosamente pelo momento que ela tivesse ali na cama.
Lentamente ela subiu na cama, veio por cima de mim e me deixou tonto de prazer com o seu perfume. Parecia coisa vinda do céu. Apoiada nos braços, ela ficou parada por alguns instantes, olhando pra mim. Eu olhava o seu corpo, dando uma atenção especial aos seios grandes que pareciam estar endereçados à minha boca. Tentei abocanhar, mas Sibele tirou com uma extrema habilidade. “Não, não, não… nada disso!” – Disse ela. Então relaxei e fiquei quieto e em silêncio.
Sibele lentamente passou a ponta da língua nos meus lábios. Seus olhos ardiam numa chama intensa de prazer. O toque de sua língua faziam meus pelos ouriçarem. Tinha a sensação de frio na barriga a cada poucos segundos. Ela passou a língua pelo queixo, pescoço e foi até minha orelha. Mordeu de leve o lóbulo e cochichou: “Vou te levar à loucura hoje!”.
Lentamente ela foi abrindo minha camisa. Tirou a gravata, a colocou perto de suas pernas. Abriu botão por botão, lentamente. Depois abriu bem a camisa, deixando meu peito completamente exposto. Começou beijando meu umbigo e foi subindo até meus mamilos. Passou apenas a ponta da língua, me arrancando suspiros altos. Mordiscou de leve, o que causou um pequeno incômodo. Mas nada insuportável. Beijou-me novamente na boca, enfiando sua língua quente o mais fundo que pode. Tentei abraçá-la e envolvê-la em meus braços, mas fui impedido por ela. Com uma cara de brava, pegou a gravata, alisou a peça e disse: “Vou ter que prender meu menino mal!”
Como a cama não tinha cabeceira, ela amarrou meus punhos. Uma mão presa à outra. Nada forçado, apenas para deixar claro que naquele momento eu estava preso. Ela então foi descendo, beijando novamente meu peito, indo até o umbigo. Parou no cinto e lentamente foi o tirando. Jogou no chão, longe dali. Abriu o botão da calça, desceu o zíper e começou a beijar meu pau, por cima da cueca. Eu estava em estado de êxtase total. Ela percebeu e brincou com o membro teso. Passou a língua, sujando minha cueca branca de batom. Claro que ela seria descartada logo que saíssemos dali. Então ela começou a tirar a calça, lentamente. Fiquei então quase nu, apenas de cueca, meias e camisa. E agora?
Sibele estava me levando a um tipo de prazer que até então eu não conhecia. Sempre fui o dominador, sempre estive no controle. Mas naquele dia eu seria o seu brinquedo. Seria usado por ela, descontado as vezes em que a falta de sensibilidade tão comum nos machos, me fez possuir o sexo oposto para somente o meu prazer. Hoje eu iria aprender a dar prazer, sem esperar nada em troca.
Ela voltou pra cima de mim. Tirou lentamente a minha cueca, exibindo meu mastro ereto em posição de ataque. Pronto pra batalha, pronto pra ser usado. Mas não naquele momento. Sibele subiu no meu corpo, virando de costas pra mim. Sentou no meu peito, com aquela bunda enorme coberta apenas por uma calcinha preta finíssima! De tão fina, que era possível ver com total nitidez o seu cuzinho delicioso piscando pra mim. Tentei alcançar sua bunda com a boca, mas ela mostrou-se cheia de reflexos, tirando a bunda do meu alcance. Ela então passou a brincar com a pequena peça, se mostrando pra mim. Enfiava os dedos na calcinha, puxando de um lado para o outro. Vez ou outra sua boceta ou seu cuzinho eram descobertos da peça, me deixando maluco de tesão, louco pra cair de boca naquele corpo. Mas ela rebolava, se mostrava, puxava com tanta força a calcinha, que ela estava quase arrebentando no rabo enorme dela. Então ela foi se afastando pra trás, ou seja, na direção da minha cara. Foi quando ela finalmente enfiou a bunda na minha cara. Ou vice-versa, não sei dizer. Simplesmente ela sentou na minha cara, me deixando sufocado pelo seu corpo em cima do meu. Sentia o cheiro da sua boceta me sufocar deliciosamente. Ela começou a pular na minha cara e eu com a língua estirada, tentava sem muito sucesso, fodê-la com a língua.
Sibele então parou de pular. Agora ela abria sua bunda com as duas mãos, fazendo com que sua boceta ficasse completamente arreganhada pra mim. Minha boca então pode desfrutar do seu delicioso sabor, bebendo o mel que escorria em abundância dela. Quando mais a língua a tocava, mais ela abria a bunda. Seu cuzinho era completamente visível pra mim, mas como as mãos estava amarradas, eu não conseguia alcançar sua bunda. Mas conhecendo bem a Sibele, sei que ela adora uma língua no cú. E logo ela esfregava não apenas a boceta, mas seu cuzinho também na minha boca. Sibele rebolava feito uma desesperada, com rapidez. Meu pau completamente duro, babando de tesão, era apenas segurado por ela. Sibele não aguentou e gozou na minha boca, deixando meu rosto todo melado. Safada como ela só, Sibele saiu de cima de mim e foi até o meu rosto conferir o seu orgasmo. Sibele lambia o meu rosto, aproveitando do gosto da sua própria boceta na minha cara.
Achando que agora seria a minha vez, eu fiquei todo eufórico. Mas ainda não. Sibele subiu novamente em mim, sentando na minha cara só que de frente pra mim. Passou a rebolar, enquanto a minha língua trabalhava. Sibele apertava os seios enormes, gemendo alto e me xingando, dizendo pra eu foder sua bocetinha. O tesão só aumentava e como as minhas mãos tinham ficado pra baixo, aproveitei pra me punhetar bem gostoso. Sibele novamente gozou, lambuzando minha cara e repetindo o ritual de lamber minha cara. Que putinha safada!
Depois disso deixei de me preocupar com o meu prazer. Passei a entender que dar prazer a alguém, proporcionava a mim um prazer muito grande. Mas Sibele também pensava igual e o meu “castigo” chegara ao fim. Lentamente ela foi saindo de cima de mim, escorregando seu corpo como uma cobra. Virou-se de frente pra mim, mas com a cabeça bem pertinho do meu membro teso. Olhou pra mim com aquela cara de vadia safada e abriu minhas pernas. Então começou a lamber meu saco, descontroladamente. A sensação era algo indescritível. Eu olhava pro seu rosto enfiado entre minhas pernas, me lambendo e sugando as bolas e me excitava cada vez mais. Ela se deteve a ficar apenas nas bolas, enquanto a mão direita ensaiava uma punheta leve.
Sibele me deixava cada vez mais louco e soltou minhas mãos. Pegou a gravata e começou a brincar com a peça, enrolando ela no meu pau. Então me mandou ficar de pé. Obedientemente me pus assim como ordenado. Ela se ajoelhou na cama e se enfiou embaixo de mim, com a cara enfiada nas bolas. A boca não parava, a língua era insistente e o meu prazer não se esgotava. Ela pendurou a gravata e segurando o membro, passou a batê-lo no seu próprio rosto, demostrando sua total submissão. Ela então soltou o pau, indicando que queria apanhar com a vara. Então segurando o cacete, comecei a bater no seu rosto, na boca, esfregando o pau melado na boquinha de pidona dela.
Ela passou a me masturbar constantemente, usando a boca encaixada sempre na cabeça do pau. “Me dá leitinho?”. Disse ela com um tom manhoso. “Dou sim minha putinha safada!”. Então com muito tesão, bastou poucos minutos. Senti a vontade de gozar crescendo dentro de mim de maneira gradativamente e quando vi que iria gozar, Sibele percebeu e abriu a boca. Segurei no pau e mirei dentro da boca dela, derramando meu néctar no fundo de sua garganta. Sibele não perdeu tempo, abocanhando meu pau e chupando e bebendo tudo que saía de dentro de mim. Eu encurvava o corpo pra trás, num sinal de puro prazer. Meu corpo estava descontrolado, trêmulo. Segurei firme sua cabeça e empurrei meu pau o mais fundo que pude, fazendo Sibele engasgar. Mas ela se recompôs e terminou tudinho. O pau ainda teso foi todo lambido por ela. Nenhuma gota ficou pra trás, nada de resquícios do meu gozo.
Sibele ainda ficou brincando com o pau, passando ele no rosto. Abaixei e dei um delicioso beijo em sua boca, dividindo com ela todo o meu prazer. Fomos para uma revigorante ducha.
Os carinhos não cessaram e nossos beijos safados foram ficando ainda mais intensos. Debaixo da água quente que caía nos nossos corpos, as mãos iam procurando pontos de prazer. Eu segurava sua enorme bunda, puxando pra mim, encaixando sua boceta lisinha no meu pau. Enquanto minha boca cuidava de mamar deliciosamente seus seios fartos, mordendo os bicos rosados e fazendo Sibele gemer no meu ouvido. Da parte dela, suas mãos não paravam de me masturbar deliciosamente. Saímos da ducha direto pra cama, com os corpos molhados.
Eu estava faminto pela boceta de Sibele. Já conhecia a delícia que ela tinha no meio das pernas. Joguei ela na cama, abri suas pernas e fui me esgueirando entre elas. Fui beijando sua panturrilha, coxas e finalmente parei na virilha, a qual mordi e beijei incessantemente. Sibele gemia, entrelaçava as mãos entre meus cabelos anelados, puxava minha cara em direção à sua vagina. Mas eu queria maltratá-la, deixá-la completamente em êxtase, antes que eu desse a bocada certeira. Sua boceta rosada e lisa minava, escorrendo um delicioso mel pelo meio dela. Foi então que passei a língua começando do cuzinho e subindo em direção ao clitóris. Sibele se contorcia enquanto a língua passava, colhendo seu sabor e terminando no grelinho entumecido. Me fixei ao grelo inchado e passei apenas a ponta da língua, soltando às vezes pra descer até o cuzinho. Depois voltava. Refiz o processo várias vezes e Sibele gozava sem parar, me dando o seu néctar com fartura. Bebia tudo, sem desperdiçar nada.
De tanto gozar na minha boca, Sibele tremia. Então segurei em sua cintura e a virei de quatro pra mim. Ela empinou seu rabo delicioso, me dando a visão que eu tanto adorava: sua enorme bunda empinada. E antes que alguém pense que ela tinha uma bunda perfeita, lisinha e sem marcas, não era assim. Aliás mulher perfeita, só em revistas e com muito Photoshop. Mas assim como eu não me importo com isso hoje, eu também não me importava naquela época. Dei um tapa bem dado em cada nádega, fazendo a bunda tremer toda. Logo o sinal da mão apareceu e antes mesmo que ela gemesse, eu não me contive a ficar apenas olhando, caindo de boca no meio da bunda dela. Lambi seu cuzinho com satisfação e prazer, abrindo a bunda com as mãos e deixando o anel completamente à minha mercê. Enfiei a língua o mais fundo que pude, desejando aquele brioco, esfregando os dedos na boceta dela, que gozava sem parar. Adoro mulher que goza sem medo, sem frescuras e sem se segurar. Quanto mais ela gozava, mas eu ficava tarado por ela.
Me coloquei encaixado atrás dela. Apontei o pau pra sua boceta, mas queria surpreender Sibele. Passei a ponta do pau melada na entrada do seu cuzinho. Depois melei um pouco mais na boceta e voltei a colocar na entrada do cú. Fui empurrando e Sibele sem cerimônia, abriu as nádegas e aos poucos o pau foi sendo alojado. Com o pau todo dentro, comecei a tirar. Quando a cabeça ficou quase saindo, empurrei de volta, mas com força agora. Sibele gritou de dor, mas repeti tudo arrancando mais gritos e gemidos. Logo os gritos eram de prazer constante. Ela balançava aquele rabo, rebolava e pedia mais. Jogou os cabelos pra trás, os quais eu peguei e enrolei um chumaço na mão direita. Puxei com força, trazendo sua cabeça pra tráz, empinando ainda mais o seu corpo. Passei a foder Sibele com força, sentindo o seu corpo bater no meu e fazendo um barulho alto com o contato.
Sibele deitou-se e eu atrás dela. Encaixei o pau no seu cuzinho novamente e ela ditou o ritmo. Eu abria sua bunda com a mão, deixando o movimento mais cadenciado. Enquanto isso eu beijava seu pescoço, suas costas, sentindo o seu delicioso perfume. Tirava o pau todo pra fora, depois encaixava e socava fundo. Sibele gozou várias vezes, tendo seu rabinho preenchido pelo meu mastro duro.
Fizemos um delicioso papai-mamãe. Ainda permanecia socando forte no seu cuzinho, beijando sua boca e sugando seus deliciosos seios. Então veio minha vontade de gozar e tirando o pau de dentro do cuzinho, comecei a jorrar porra na sua barriga. Meu tesão era tão grande, que respingou do meu leite no seu rosto. Sua barriga e seios ficaram completamente tomadas pelo meu sêmen. Sibele passava as mãos, esfregando o prêmio no seu corpo. Eu olhava tudo, ainda segurando meu pau gozado, batendo com a cabeça no seu grelinho.
Depois de tanto gozar, nos restava apenas tomar uma outra ducha e nos prepararmos para continuarmos nossa vida separados pelo meu casamento. Mas Sibele tinha a cabeça feita e sabia que algo além disso, seria impossível

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