A praia

A praia
Contos Eróticos - Flaralove

Daiane era da limpeza do escritório quando realizei a fantasia dela de pagar um boquete na Ponte Rio Niteroi. Depois disso, ela passou a falar mais comigo e percebi que ela tinha mais talentos do que só mamar. Embora ela chupasse como uma putinha gulosa, ela é articulada e muito bonita. Servia perfeitamente pra ser a assistente que eu precisava na Agência. Conversei com meu sócio que ia dar uma chance a ela, mas nem mencionei que ela já tinha me chupado. Ele observou o perfil dela e concordou.

Tinha um evento importante que a agência ia participar e precisava de dois funcionários pra fazer os pacotes da convenção das empresas que estavam dando a festa. O local era um salão de festas dos mais requintados no Recreio dos Bandeirantes. Eu iria, meu sócio estaria viajando, então propus a Daiane de ir comigo. Linda como ela é, causaria boa impressão. Fomos ambos de roupa social para a festa, vendemos muitos pacotes de viagem, enfim, profissionalmente foi uma noite produtiva e Daiane passou no teste. Ela era perfeita pra trabalhar comigo.

Na volta, eu disse a ela que ela poderia trabalhar conosco assim que se desligasse da empresa de limpeza e tals. A festa foi na noite de sábado e até que acabasse tudo, já era domingo quase de manhã quando saímos de lá. Ainda íamos à agência levar o material promocional, então eu levaria Daiane pra casa e só aí eu iria descansar. No carro, Daiane comentou do calor, que o trabalho da noite a tinha deixado suada. Perguntei se ela queria parar na praia pra um mergulho.

- Estou sem biquíni, só vim com essa roupa...

- Entra pelada

- Tá maluco? Vou ser presa.

- Na praia de nudismo?

- E tem alguma por aqui?

- Tem, bem aqui pertinho, Abricó. Quer ir?

- Ai...

- Vamo lá!

Chegando na praia, tiramos os calçados, o sol ainda surgia bem tímido, nem tinha amanhecido ainda, mas já fazia uns 30 graus. Tirei a camisa, a calça...

- Você vai ficar pelado mesmo?

- Vou, porque?

- Porque eu tô aqui. Tem vergonha não?

- A única coisa que eu devia esconder, você já viu...

Ela me olhou meio sem graça, me viu tirar a cueca e correr pro mar. Mergulhei e nadei nu por uns minutos, estava olhando pra imensidão do mar quando ouço o barulho de alguém mergulhando na água perto de mim. Olhei na direção do barulho e só vi o vulto do corpo de Daiane passando ao meu lado embaixo d’água. Deu tesão. Fiquei ainda mais excitado quando ela levantou e eu conheci seus belos peitos morenos, grandes, pontudos, lindos, um convite a serem mamados. Eu queria ver a xerequinha dela, mas como a água não era transparente, e o sol ainda estava raiando, só quando ela saísse da água. Ela percebeu que eu queria ver e ficou fazendo jogo duro. Mergulhamos e nadamos mais umas vezes. Ela aproveitou que eu estava embaixo d’água e saiu do mar correndo. Só consegui ver ela nua de costas. Que bunda linda! Ele era um monumento de morena. Mas fui correndo atrás dela, antes que ela se vestisse e eu não pudesse ver ela pelada de frente.

Pra minha surpresa, ela não se vestiu. Ela estava deitada, de barriga pra cima, de pernas esticadas em cima das toalhas que cobriram a mesa na festa e que agora seriam a canga que protegia as costas da deusa morena, nua, peitos firmes e saborosos e uma xereca que sem medo de errar, é top 3 na lista das mais bonitas que eu já vi: fechadinha e peludinha. Ela estava relaxada, deitada, nua, sem se importar com nada.

Meu pau tava duro, fui chegando perto e ela pediu:

- Eu tenho outra fantasia! Me chupa aqui na praia?

Aquilo soou como uma ordem, deitei entre as pernas dela e comecei a lamber tudo, com gosto, saboreando a delícia que era a xaninha temperada com sal da praia. Coloquei um dedo quando ela estava quase gozando e ela explodiu de gozar. Gritando alto, louca, xingando. Ela estava liberada de tudo. Nunca tinha imaginado que ela seria assim, gozando e segurando meu cabelos e esfregando com força no grelo e implorando:

- Chupa! Chupa caralho! Tá gostoso pra caralho!!!!

Ainda deitada, ela pediu pra chupar meu pau. Levei até ela, ela chupou um pouco, aí tirei da boca e levei até o grelo, fiquei esfregando o pau no grelo até ela gozar de novo. Aí ela perdeu a linha:

- Mete! Me come aqui na areia da praia!

Meti ali mesmo e engrenamos um papai e mamãe gostoso demais. Ela estava muito molhada, gemendo muito gostoso no meu ouvido. Fiz ela gozar a terceira vez, mas agora levando pau na bucetinha. Quando falei que ia gozar, ela foi fenomenal:

- Tá sem camisinha né? Goza aqui na minha boca.

Botei o pau na boca, ela engoliu com pressa, boqueteou mais um pouco, segurei ela pela nuca e esporrei forte na garganta da Daiane, que não se intimidou, mamou até eu terminar de gozar, tirou meu pau da boca limpando a cabeça, engoliu tudo e correu pro mar pro último mergulho. Pedi a calcinha dela de recordação. Ela não deu, disse que estava suja da noite toda e que não podia chegar em casa sem calcinha, mas que na segunda feira levaria uma calcinha extra na bolsa e me daria a que ela estaria usando de casa até o trabalho com cheiro de xereca, depois usaria a da bolsa pelo resto do dia.

Mas antes disso, precisava levar ela pra casa. Paramos na rua pra comprar uma Coca-cola pra tirar o gosto de porra da boca.

Na segunda feira, quando ela chegou pra assinar o contrato de trabalho na agência, cumpriu o trato: tirou a calcinha que vestia e me deu, tirou uma outra da bolsa pra vestir. Mas eu pedi:

- Enquanto só tiver a gente aqui na sala, fica sem calcinha?

Ela guardou a calcinha na bolsa e deixou sua xereca peluda de frente pra mim. Quando meu sócio chegou pra trabalhar, ela disfarçou, pegou a bolsa com a calcinha dentro e foi ao banheiro se vestir.

Até hoje funciona assim. Nem preciso mais pedir. Estando nós dois apenas na sala, ela tira a calcinha e guarda, deixa a aranha peluda sorrir pra mim e só volta a vestir quando aparece alguém

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