Dei uma surra de pau na casada mau comida - como tudo começou

Contos Eróticos
Contos Eróticos - Flaralove


Autor: Enfermeiro sacana

Categoria: Heterossexual

Bem, segue aqui um relato verídico que ocorreu comigo essa semana.

Sou de Belo Horizonte, 36 anos, algum tempo solteiro. Sou moreno, pardo, 1.85m, 98kg, cabelos pretos, curtos, olhos castanhos, barba por fazer, mãos grandes, quente. Nunca fui o galã da história, mas confesso que sempre tive relacionamentos muito intensos.

Conheci a Flor(fictício) num chat. Ela é casada, se separando de um relacionamento difícil. Uma mulher linda, 45 anos, loira, 59kg, olhos verdes, um corpo maduro, mãe de dois filhos, mas uma delicia de mulher.

Conversamos por 3 dias e marcamos de nos vermos, ela estava insegura, e não sou do tipo insistente, obcecado e optei por respeita la, mas estava tudo muito quente entre nós dois, sabia que que a coisa ia ferver.

Nos encontramos num lugar discreto, e a levei para almoçar. Ela tímida, insegura, mas quando chegamos no restaurante, toda timidez deu lugar para um beijo gostoso, quente, mas comportado. Ela me beijava com sede, chupava sua língua com vontade, seus cabelos em minha nuca, sabia que a coisa ia ferver.

Fomos nos servir, e na fila do self service, a abraçava por trás para ela sentir meu pau duro (18cm, cabeçudo, bem grosso), latejando naquele rabo gostoso.

Sentamos, almoçamos e eu não perdia oportunidade de beija la com vontade.

Ela parecia uma menina de 17 aninhos, um anjo que descobriu o fogo e esta louca para ser devorada.

Mais uma mulher que se viu vítima de um casamento sem o menor carinho de verdade e dizia para ela que iria ensina la a ser minha puta.

A tratei como uma princesa, caminhávamos de mãos dadas, olhava em seus olhos lindos e via o fogo que vinha do seu coração carente e sua alma sedenta de carinho e atenção.

Fomos para um famoso shopping da região Central da cidade e assistimos um filme.

Na verdade, era só um pretexto para sarrar gostoso aquela mulher que nunca foi pega de jeito, pois não vi uma cena se quer do filme.

Na escada rolante, a abraçava por trás e ela rebolava de leve, discretamente...

No cinema, sentamos numa poltrona de obesos, para nos livrarmos do encosto de braço e poder sarrar e enlouquecer aquela mulher. Já que não iria dar nela uma surra de rola naquela tarde, fiz questão de enlouquece la e deixa la mais tesuda ainda, pois era questão de honra satisfaze la como nunca antes.

No cinema, sarrei tanto, beijava tanto que ela perdia o ar.

Tinha uma senhora que não tirava os olhos e aquilo nos enlouquecia.

Ela gemia muito, suspirava baixinho e eu apertava aquele rabo gostoso que quase rasgava sua calca jeans.

Ela sussurrava em meu ouvido que estava louca, derretendo entre as pernas.

Modéstia parte, a deixei louca, confesso que sei tratar uma mulher como ela gosta de ser tratada.

Meu pau saltava, latejava de tão duro e ela dizia que tínhamos que parar, se não iria arrancar minha roupa e me dar gostoso ali no meio de todos.

Dava uns minutos de sossego mas já pegava ela de novo. O filme voou, quando me dei conta já tinha acabado.

Saímos do cinema de mãos dadas. Eu louco de pau duro de tanto sarrar e beijar ela gostoso e ela com o biquinho dos seios entumecidos de tanto tesão.

Mesmo sabendo que ela Tava louca para empinar aquele rabo gostoso e gemer como uma cadela no cio, sabia que isso a deixaria assustada e arrependida por ser a primeira vez que nos víamos.

Tomamos um café, a tratei como uma princesa, a levei em casa (próximo pois prezo pela sua família e respeito sua condição).

Desde a hora q que a deixei, foi uma semana de muita putaria pelo whatspp, telefone, ela louca, fiz questão de enlouquece la ainda mais.

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