Meu padrasto é um safado!

Meu padrasto é um safado!
Contos Eróticos - Flaralove

Olá, meu nome é Bianca, tenho 26 anos, sou casada, mãe de um menino 5 anos, vou lhes contar desde inicio, um pouco da minha adolescência, segredos e experiências marcantes.

Parte 1 - Antes de tudo.

Minha mãe, Fernanda me teve ainda muito jovem, ate hoje ela é uma mulher muito linda, lembro-me dela com uns 30 e poucos anos, cabelos pretos, pele branquinha, perna torneada, bumbum empinado, usando roupas coladinhas, vivia na academia, sempre muito vaidosa e animada.

E eu por outro lado, no auge dos meus 16 anos, cheia de curiosidades, e sonhos, cerca de 1,60 de altura, dona de um bumbum avantajado, nada exagerado, mas adorava minha silhueta cintura, bumbum e pernas, seios pequenos (até hoje rs) porem, não faltavam elogios dos meninos da escola.

Nessa época praticamente morava com meus avós, a casa deles ficava no fim do quarteirão, e eu já estava acostumada a minha mãe chegar tarde do trabalho, ou sair com algum namorado, ela tomava conta de um Buffet na cidade onde morávamos. Talvez por isso eu era meio tímida e quietinha, enquanto minhas amigas corriam atrás de meninos, eu gostava mesmo era de ler, assistir desenhos, e o principal: jogar futebol, aquilo era mais que um hobbie era uma paixão.

Principalmente quando conheci nosso novo professor de educação física, isso animou ainda mais meus treinos, aparentava ter entre 25 a 30 anos, rapaz alto, rosto bonito, olhar penetrante, braços fortes, sarado, e que bunda (kkk) aquilo sim eu chamava de homem gostoso, fiquei encanada logo de cara, mas no dia seguinte ele veio falar comigo :

- Você não é filha da “Nanda”?

Putz não conseguia acreditar, ele conhece a mamãe, e bem pelo jeito.

- Já te vi passando na academia com ela, sou Rogério amigo dela! Ela nunca falou de mim?

Estava ai o inicio de tudo, o primeiro cara que realmente me chamou a atenção, não era só um “amigo”, ele estava saindo com a mamãe já fazia tempo, posteriormente ela me apresentou como seu atual namorado em um jantar de família.

Decepção de momento, mas tudo bem, o tempo passou e quando menos percebi aquele cara antes estranho, fazia parte da família, eu não conseguia vê-lo como pai, mais passei a gostar muito dele, fazia minha mãe feliz, adorava conversar com ele, pedir concelhos um verdadeiro amigo, e professor.

Minhas amigas pagavam pau pra ele, e me falavam coisas como “-Ai se eu tivesse um desse em casa, - Não iria prestar, queria chupar ele, - Que delicia seu padrasto”, eu nem dava bola, mas talvez aquilo tudo mexesse comigo de certa forma.

Passado já uns dois anos e pouco, o relacionamento deles parecia cada vez mais serio, ele veio morar com a gente, eu já não era mais criança, e aos poucos notei que ele também não me via como uma, me encarava diferente, tipo com desejo, vivia me elogiando, me chamava de “minha pequena” mesmo já bem grandinha, vou admitir que me sentia bem com isso, não via maldade, pelo contrario me dava mais auto estima.

Até que um dia minha mãe não pode ir me buscar no treino, ia ficar ate o fim de um evento, tive que ligar pro Rogério, de prontidão ele atendeu e foi.

Quando chegou na frente do ginásio, eu abri a porta do carro percebi que ele estava um pouco bêbado.

-Andou bebendo éh?! Você não tem jeito, vou contar pra mamãe que veio me buscar embriagado! – falei brincando com ele, enquanto peguei a long neck da sua mão, e bebi tudo em poucos goles.

- Se você não contar, eu também não conto nada, pode beber cerveja a vontade que é por minha conta! -Disse ele com um sorriso safado, cheio de segundas intenções.

-Tá querendo me embebedar?! (kkk)

- Imagina! Está ficando louca, nada haver! – falou isso enquanto ficou vermelho, e percebi que ele ficou sem graça na hora, mas no caminho pra casa, fomos conversando, bebendo e voltou aquele clima de descontração.

Chegando em casa fui tomar uma ducha, e eu já estava alegrinha demais, quando voltei pra sala ele estava vendo um filme, e me convidou pra assistir com ele ate a mamãe chegar, e me ofereceu um cerveja daquelas long neck vermelha, eu estava usando uma camisola pra dormir daquelas bem largas, so de calcinha por baixo, deitei no sofá de um lado, e ele sentado com uma das pernas curvadas em cima do sofá do outro lado, podia ver que ele estava com uma das mãos dentro do calção, e uma almofada em cima, pegando no seu pau, estava na cara que ele me despia e me comia com os olhos, quando eu olhava pra ele, ele disfarçava, parte de mim estava com nojo e raiva dele, outra parte de mim queria ver qual era a dele, estava curiosa com isso.

Entre uma cerveja e outra a gente conversava, comentava sobre o filme, ria juntos, até que não aguentei e disse:

- Ei! Vê se disfarça quando for ficar me secando assim hein? –Falei em tom de brincadeira.

- Sorte sua que olhar não tira pedaço! Não conta pra ninguém, mas acho você uma delicia assim sabia? – Falou assim me olhando bem fixamente.

- Pode parar, esqueceu que você é da minha mãe, vai pra lá com esse papo seu louco!

- E se eu não fosse da sua mãe?- fiquei de boca aberta nossa que abusado.

Estava meio bêbada, e antes que pudesse pensar numa resposta para acabar com suas gracinhas, que já estava indo longe demais, ouvi o barulho do portão abrindo, mamãe acabou chegando mais cedo, minha perna ficou mole, mesmo sem ter feito nada (ainda) fiquei em choque.

- Faz de conta que já estou dormindo, se a mamãe me ver mesmo que um pouco embriagada ela vai brigar!- falei para o Rogério, me encolhi fechei os olhos, e fiquei ali mesmo no sofá.

Aquele safado foi encontra-la na garagem, e ouvi-o falando:

- A Bia disse que estava cansada e acabou dormindo no sofá, deixa ela ai mesmo, vem assistir comigo, vamos ver um filme comigo amor!

Filme que nada, aquele safado sabia que eu estava acordada, sentou-se do lado da minha mãe, e começou a beija-la, no começo ela sussurrava “a Bia vai acordar, para com isso” e ele nem dava ouvidos, logo o som daqueles beijos estalados, foi dando espaço a um gemido baixinho, com meus olhos entre abertos pude ver quando ele tirou a blusinha dela, chupava seu pescoço, pegava nos seus peitos, vendo aquilo, comecei a ficar mais ofegante, tentava controlar a respiração, parecia que meu coração ia sair pela boca, minha buceta começou a se contrair involuntariamente, comecei a ficar louca com aquilo.

Parecia que ele queria que eu visse tudo, além da claridade da TV e da luz do corredor, ele acendeu um abajur na mesa ao lado, pude ver perfeitamente minha mãe em pé na sua frente, tirou a calça e calcinha de uma vez só, ficou ali beijando e chupando o corpo dela, pegava no seu bumbum com vontade abria e dava uns tapas com a mão firme, ate ele tira o calção sem nada por baixo, ela ficou de joelhos, ele segurava seu cabelo com força e enfiava tudo aquilo na boca dela, ela chupava e punhetava aquela rola como uma vadia, nunca imaginei a mamãe fazendo aquilo, quando ela se levantou ai sim pude ver o tamanho daquela piroca, mamãe passou cuspe na sua buceta e foi sentando, devagarinho ate entrar tudo.

De costa pra ele, ela rebolava, subia e descia; mas quando ele pegou na sua cintura e começou a meter com força, ela gemia e suspirava, e aquele som (Plock, plock, ploock.) só aumentando, estava acabando comigo, sentia minha calcinha e ate minha virilha molhada, e eu ali imóvel, querendo passar despercebida. Ele deixou ela de quatro no sofá, com a bunda pra cima e as costas curvada para baixo, e voltou a meter, falando besteiras, “que rabo gostoso, você gosta assim safada” falando isso e olhando na minha direção.

Não demorou muito ate minha própria mãe falar como uma verdadeira safada que ela era.

- Mete, mete bem fundo seu cachorro, quero gozar no seu pau!

Ele metia mais e mais, foi assim ate a mamãe gozar pra valer, ela gemeu e gritou demais, nessa altura acho que ela nem se lembrava de mim, parecia que eu estava vivendo um filme pornô, quando ele disse que ia gozar ela se virou e mamou ate a ultima gota de porra que saíra daquele pau.

Sentaram ali um pouco, a mamãe foi ao banheiro, e aquele safado ficou ali massageando sua rola olhando pra mim, não dei o gosto a ele, fiz de conta que estava dormindo pesado.

- Pega uma tolha e fala pra Bia i pro quarto! –sussurrou a mamãe.

Quando ele foi falar comigo, já levantei eu fui pro meu quarto, fazendo de conta que estava muito sonolenta, tranquei a porta tirei minha calcinha e ali mesmo em pé, peguei na minha bucetinha molhada, massageie meu grelinho com vontade, pegava nos meus seios, passeava com a mão pelo meu corpo, sentindo minha buceta lambuzada, lembrando-me de tudo que eu tinha acabado de presenciar, deitei na cama e não aguentei, e gozei como nunca tinha gozado até então, foi uma delicia!

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