TRÊS GAROTOS METERAM ATÉ ESFOLAR MINHA XANA

Contos Eróticos - Flaralove

Autor: Viuvinha
Categoria: Heterossexual


Quem acompanha meus relatos sabem que sou garota de programa e como iniciei nesta vida. Já perdi a conta de com quantos transei. Velhos, jovens, gordos, magros, negros, brancos, amarelos, bem e mal dotados.

Um segredo que guardo das pessoas com quem convivo, principalmente da família. Procuro contar aqui apenas coisas mais inusitadas que me aconteceu.

Recebi uma ligação, querendo fazer programa. Trabalho através de um site de acompanhantes. Apenas clientes tem meu numero. Estranhei por ser número desconhecido, além da voz hesitante do interlocutor:

- Eu queria, bem... eu queria... marcar um programa.

- Quem está falando?

- É o Leo.

- Leo? E como tu conseguistes meu telefone?

- De um cliente seu. Você pode vir até minha casa?

Na hora pensei em descartar. Porém, com esta crise, os clientes escassearam. Resolvi pagar para ver. Anotei o endereço e marquei para dali a uma hora. Quando o táxi me deixou lá, caiu a ficha. A residência no Jardim Champagnat, era de um cliente, viúvo com quem já tinha feito programas.

O portão já estava aberto. Ao chegar, antes de apertar a campainha, abriram a porta da casa. Não era meu cliente e sim um garoto, bem jovem.

- Entra, por favor!

- És tu o Leo? Esta não é a casa do XXXX?

- É sim, sou filho dele.

- Olha, me desculpe, mas, não vai dar. Tu pareces muito novo e meu cachê é duzentos reais.

- Eu tenho o dinheiro. Toma, pode contar!

Me estendeu um maço de notas, algumas surradas de dez e vinte. Na hora fiquei estática, indecisa, enquanto ele colocava o dinheiro na minha mão. Perguntei:

- Teu pai está sabendo disso?

- Não, meu pai não sabe. Eu já espiei ele metendo com você. Faz tempo que vivo punhetando, pensando em você. Peguei teu telefone no celular dele. Venho guardando a grana da mesada e peguei algum emprestado dos meus primos.

Meu lado profissional dizia que deveria recuar. Porém, o instinto materno dizia para ceder. Era tocante saber o sacrifício feito para juntar dinheiro e realizar um desejo que tantos endinheirados conseguem a qualquer momento.

- Qual a tua idade?

- Tenho dezoito e já estou na faculdade.

- Tu já transastes com alguém?

- Eu...eu, bem... já brinquei com uma vizinha. Mas sem meter.

- Como brincastes sem meter?

- A gente namora, mas hora H, ela corre da raia. Na facul as meninas são duras na queda.

Entendi tudo. Deveria ser coisa de adolescentes, sem consumação. O que ele desejava era sexo completo, com uma mulher de verdade. Sua primeira vez. Iniciar alguém sempre mexe com o ego da maioria das prostitutas.

- Tudo bem, vamos para o quarto.

Enquanto íamos pelo corredor, tive a impressão de ver um vulto passar no fim dele.

- Tem mais alguém em casa, Leo?

- Não, estou sozinho. Meu pai está viajando.

Tirei minhas roupas, de forma sensual como sempre faço. Sei quanto meu corpo, mesmo maduro, ainda desperta desejo nos homens. Como tenho a pele alva, sempre uso lingerie preta que combina com meus cabelos e dá o devido contraste. Corpete e cinta liga presa na meia rendada completa o visual.

O garoto ficou parado, me devorando com os olhos, visivelmente excitado.

- Tu não vais tirar a roupa?

Mal acabei de falar, como um boneco a pilha acionado pelo botão ¨liga¨, ele se desnudou com velocidade espantosa, se atrapalhando todo tirando tênis, enroscando bermuda no calcanhar, meio desequilibrado. Já vi isso em vários marujos de primeira viagem.

Eu sentada na cama e ele ali, de pé, parado com os braços cruzados na frente, as mãos ocultando a genitália. Anos de profissão me fazem analisar cada cliente. Neste caso, eu deveria tomar a iniciativa.

Ajoelhei na frente dele, afastei suas mãos, pegando no seu bem precioso. Tenho por costume dar uma rápida examinada antes de colocar a camisinha. Glande coberta, com os lábios pressionando o preservativo, fui encapando o falo por inteiro. Mal iniciei o boquete, o garoto começou a gemer, dizendo:

- Nossa! Uau, bom demais!

De forma profissional, tirei a calcinha e deitei de costas na cama. Abri as pernas dando a ele ampla visão da minha bocetinha depilada. Ele veio lépido na minha direção, tentando penetrar. Precisei apenas ajeitar para que a ponta ficasse nos grandes lábios.

Leo entrou com tudo, de forma forçada. Começou a estocar forte, denotando toda inexperiência. Seu rosto extasiado demonstrava todo prazer de estar realizando seus sonhos e fantasias. De estar metendo numa mulher pela primeira vez. Gozou rapidamente, agarrado em mim, como temesse uma fuga de minha parte.

Normalmente o programa termina aí. Não tenho culpa se às vezes, o cliente tem ejaculação precoce. Quando acontece dele ter nova ereção em pouco tempo, permito que tenha a segunda gozada. Senti que seu membro não amolecia dentro de mim.

Foi quando ele fez algo que me tocou. Beijou minha testa e agradeceu dizendo:

- Obrigado. Muito obrigado! Foi a coisa mais gostosa que já fiz na minha vida. Você é incrível!

Nessas horas ser prostituta é gratificante. Saber que realizamos algo tão valorizado por outros. Os que condenam dizem que é coisa de vadia, vagabunda, ¨mulher que não presta¨. Porém, somos úteis à sociedade sim. Aliviando tensões provocados pelo desejo, realizando sonhos, encaminhando pessoas para vida sexual plena.

Passei a dar o melhor de mim, rebolando o quadril, procurando fazer com que aqueles momentos ficassem marcados para sempre em suas lembranças. Confesso que senti prazer e até busquei um orgasmo. Antes disso, Leo gozou novamente.

Fui ao banheiro me lavar. Quando desliguei o chuveiro, ouvi sussurros. Com certeza tinha mais alguém na casa! Saí em silêncio e vi o garoto falando com alguém pela porta do quarto entreaberta. Me aproximei e puxei a porta, flagrando dois outros garotos no corredor.

- Quem são eles?

Perguntei ao Leo. Um deles ainda estava com a bermuda arriada, sinal que estava se masturbando. Meu anfitrião todo constrangido, numa atitude típica de alguém pego fazendo arte, balbuciou:

- São meus primos. Eles queriam assistir. Eu falei que não podia, mas, como eles ajudaram na vaquinha, estavam espiando.

Os garotos assustados, esperando uma bronca. Para alguém experiente como eu, a situação era inusitada e até mesmo hilária. Deu vontade de rir, porém, mantendo a postura, disse:

- Não é certo espiar os outros transando, viu?

Um deles, de cabeça baixa se apressou em dizer:

- A gente só queria ver a senhora pelada.

- E tu nunca vistes uma mulher nua?

- Assim, de verdade não. Só em fotos.

Eu estava com a toalha enrolada no corpo, cobrindo os seios e parte do quadril. Se essa era a curiosidade deles, não custava nada saciá-la. Afinal, olhar não arranca pedaço. Retirei a toalha, expondo meu corpo.

- Era isso que queriam ver? Então, gostaram?

Três jovens machos. Um recém iniciado e dois outros virgens. Situação inusitada que me fez esquecer o que estava fazendo ali. Peguei o celular e constatei que não havia nenhum outro cliente agendado. Estava livre para o resto do dia. Então, porque não?

Posso ser profissional, mas, às vezes, me dou o direito de ser apenas uma mulher livre de preconceitos. Com meu filho sou assim. E agora, tinha três pares de olhos cobiçosos apreciando minha nudez. Até Leo, que já tinha dado duas, estava com o membro duro.

Reparei melhor nos garotos. O que estava com a bermuda abaixada, agora manuseava o falo, mais relaxado por perceber minha calma. Perguntei:

- Como é teu nome?

- É Eduardo. E eu sou o Anderson, irmão dele. Se apressou em dizer o outro que parecia mais velho.

Agachei na frente do Eduardo, afastando suas mãos do mastro que até pulsava de tão rígido. Era de bom tamanho e bem grosso. Sou acostumada a ver pênis. O dele era fora de padrão, com espessura que não condizia com a jovialidade. No futuro iria preencher por inteiro a maioria das perseguidas.

Resolvi dar a eles uma lembrança inesquecível. O primeiro boquete em suas vidas. Usei toda a técnica que tenho, arrancando gemidos do rapaz. Nisso o Anderson abaixou as calças e aproximou seu instrumento da minha boca, também querendo.

Fiquei alternando chupadas em um e outro, enquanto os masturbava. Não demorou para o primeiro soltar o leitinho, enchendo minha boca. Nem deu tempo de engolir a gala de um, para outro ejacular, soltando um jato forte que atingiu minha face. Mudei rapidamente de foco e abocanhei o outro, ainda sentindo-o pulsar na boca, soltando muita porra. Seu jato inicial escorria para meu pescoço, tamanha quantidade.

Não sei qual dos dois gemeu mais alto. Me levantei e fui ao banheiro novamente me limpar. Leo veio atrás e quando eu estava apoiada lavando o rosto na pia, percebi que ele tentava me penetrar pela terceira vez. Cheguei a pensar nos preservativos que tinha na bolsa.

O fato do garoto querer mais uma vez, me agradou. Sinal de que ainda sou uma mulher desejável. Empinei o bumbum facilitando sua tentativa. Como não entrava, com a mão direcionei e deixei que concretizasse o ato. Agarrado no meu quadril, Leo estocava com vontade, demonstrando que estava bem à vontade metendo numa mulher. Nem parecia um recém iniciado.

Apoiada na pia, cabeça baixa, a torneira batendo na testa era a única coisa que me incomodava naquela posição. Rebolei as ancas ao ritmo das estocadas. O prazer voltou e quando dei por mim, já não era mais a puta trabalhando e sim, uma mulher madura dando o melhor de si para um macho jovem e potente.

Leo, por ser baixinho, resfolegava com a boca perto das minhas costas. Enquanto gemia soltando palavras repetidas:

- Ahhhh, gostosa, muito gostosa....Ahhh, bom, gostosa, gostosa.

Resolvi me soltar, deixando que a libido comandasse o momento. Nessas vezes, tenho meus orgasmos. Senti que vinha e seria intenso. Devo ter gemido de forma incontrolável. Foi tão forte o clímax que as pernas amoleceram. Coração acelerado, soltei o corpo na pia. O garoto não parava de socar, agora de forma veloz e forte. Estava para gozar de novo.

Apesar de ser a terceira ejaculação, percebi que tinha depositado bastante gala na minha gruta. Nem me importei, porque tenho tomado pílulas, já que com meu filho, transo sem preservativo, pele na pele. Como tinha acabado de fazer com Leo.

Ao olhar para a porta, vi os outros dois, as picas duras, com cara de quem queria mais. A maioria das minhas colegas são generosas. Quase todas, fariam o que eu decidi fazer: dar prazeres inesquecíveis a eles.

- Quereis também?

Nem precisava ter perguntado. Ambos menearam a cabeça afirmativamente. Tinha ar de quem estavam vivendo um sonho. Um natal antecipado, de fazer crer que papai noel realmente existia. Aliás, mamãe noel. Com seios volumosos, cinturinha, pernas torneadas e bunda empinada.

Anderson já se adiantou, tomando a frente, me abraçando e estocando a virilha com seu piru inchado. Tive de conduzi-lo até a cama. Ajudei sua estaca achar o caminho, algo que já devo ter feito centenas de vezes.

Entrou com força, desajeitado, causando certo ardor. Fiquei recebendo suas estocadas vigorosas e logo gozou, gemendo de prazer. Mal saiu de mim, Edu tomou seu lugar. Veio tentando me penetrar, o que nem sei como, conseguiu de primeira.

Copulou com ardor, de quem vivia prazeres intensos que só a tão desejada iniciação pode proporcionar. Arfava num ritmo contínuo, não demorando para gozar, depositando sua porra abundante dentro de mim.

Me levantei e fui pegar papel higiênico no banheiro. Coloquei um pedaço na boca de baixo, me preparando para vestir a calcinha e ir embora. Os três ali, parados, com os bonecos duros, me olhando com ar de pidão. Para quem já estava encharcada na chuva, tanto fazia molhar um pouco mais.

- Só mais uma vez de cada, está bem?

Dizendo isso, novamente, deitei de costas na cama, pernas entreabertas. Já nem lembro a sequencia. Quem veio primeiro e quem veio depois. Sei apenas que não foi só uma vez de cada. Os garotos estavam ensandecidos, querendo aproveitar cada momento comigo.

Desfrutaram do meu corpo até se fartar. Eu já nem me limpava entre um e outro. Só os acariciava e gemia, deixando que metessem sem parar. Tive outro momento de êxtase. Pode parecer loucura, mas, quem quiser viver isso basta se entregar para três machos jovens e virgens.

Na volta, dentro do taxi, senti a ardência causada pela xana esfolada. Se o cachê foi pouco, saber que aqueles jovens jamais irão me esquecer, é muito gratificante. Como a filosofia que adotei: puta sofre, mas...goza!

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