Transei no churrasco da faculdade

Contos Eróticos
Contos Eróticos - Flaralove

Autor: Bruna.RJ

Categoria: Heterossexual


Assuntos: bebida, veterano, Festa, Punheta,Gozada, sem camisinha, Boquete, Piscina, Sauna,cerveja, Amigo, churrasco, Faculdade,Heterossexu| Adicionar aos favoritos
Boa noite, leitores. Este é o meu primeiro conto, então antes de mais nada eu vou me apresentar. Me chamo Bruna e tenho 22 anos. Moro no Rio de Janeiro e faço faculdade de Publicidade e Propaganda. Por ser um conto, acho interessante descrever os meu atributos para auxiliar na hora da imaginação. Tenho 1,63 de altura e 55 kgs. Sou magra, frequento academia a cerca de 1 ano e meio. Sou branca, cabelo preto e olhos castanhos escuros. Considero o meu corpo normal, talvez um pouco atlético por causa da academia, mas as medidas são normais.

Pernas nem grossas e nem finas, bunda nem grande e nem pequena, e seios médios. Acho que agora já da pra ter uma noção de como eu sou.

Tem mais ou menos uns 3 meses que frequento o site e leio os contos, sempre achei que as minhas histórias poderiam render boas leituras. Talvez por preguiça eu nunca tenha feito um conto antes, mas resolvi compartilhar com vocês um pouco da minha vida, já que por ser anônimo, não corro perigo.

Um pouco mais sobre mim. Sempre fui safada. Sempre gostei muito de sexo em todos os aspectos e situações. Gosto da adrenalina. Aliás, quanto mais adrenalina melhor, talvez por isso eu goste de me exibir com moderação, nada que vá fugir ao meu controle. Perdi a virgindade com 16 anos, com o meu ex namorado. Pouco tempo depois terminamos, e com isso, experiências novas para sair do básico que eu tinha com o meu ex namorado. Hoje eu namoro a 6 meses.

Nunca traí e acredito que isso nunca vá acontecer, talvez por isso role a vontade de poder extravasar em algum lugar e contar as minhas experiências.

Meu primeiro conto aconteceu a 3 anos atrás. Eu tinha 19 anos, foi um pouco depois que eu entrei na faculdade. O pessoal marcou uma Pool Party, que era basicamente um churrasco durante o dia, que o povo ficava na piscina tomando cerveja e ouvindo música. Eu não conhecia muita gente na faculdade, apenas as meninas que fizeram o trote comigo e alguns veteranos que eu falava apenas o básico.

Marquei com as meninas e chegamos juntas de taxi ao local da festa. Era na casa de um dos veteranos da faculdade. Ainda não tinha muita gente na festa, então o som não estava tão alto e eu aproveitei para bater papo e conhecer o povo antes do furdunço.

De cara eu já me interessei por um menino que eu vou chamar de André, que foi o que me recebeu melhor e mais conversou comigo. Sempre fui muito independente, então se eu me interesso por alguém eu me resolvo logo, e não fico naquele lenga lenga com as amigas para saber o que elas acharam do boy.

Percebi que ele também tinha se interessado por mim e então deixei a coisa rolar, deixando a entender que eu também estava disponível. Não me lembro direito o momento, mas depois de um tempo acabamos nos beijando e ficamos juntos por um tempo.

A festa já tinha começado a ficar cheia, com isso o pessoal começou a entrar na piscina e ele me chamou pra entrar junto. Ele de bermuda e eu de biquíni (normal, nada de fio dental). O povo foi ficando animado, o pessoal foi bebendo mais, a piscina foi ficando cheia e nós dois ficamos ali de canto trocando uns beijos. Como todo mundo estava na vibe de pegar alguém, ninguém parecia se importar muito com a gente ali no canto, então começando a dar uns beijos mais quentes, com apalpadas no bumbum e carinhos na perna.

Estava uma delícia, mordidas nos lábios, gemidos no ouvido, e então eu resolvi abaixar um pouco a mão para tocar o que eu já sentia estar duro na minha barriga. Por cima da bermuda, parecia ser tamanho médio. Fiquei ali apalpando ainda por cima da bermuda, o que deixou ele doido, e meio que na mesma hora, colocou a mão que estava na minha bunda no meio das minha pernas, o que me arrepiou inteira.

Ele ficava ali com a mão por trás, no meio da minha bunda, passando o dedo na minha bucetinha ainda por cima do biquíni. Estavamos sempre atentos a nossa volta. Claro que uma hora ou outra eu percebia uns olhares de “estão fazendo safadeza”, mas como tinha muito casal na piscina, ninguém se importava, porque até então eram só beijos quentes, não tinha ninguém transando na piscina.

Percebi que ele ia se soltando de acordo com o que eu fazia, e eu já estava louca com o dedinho dele passando na minha bucetinha, então parei de apalpar e comecei a fazer uma punheta pra ele ainda por cima da bermuda, sem colocar ele pra fora, e com isso ele tirou a mão que estava por trás e colocou na frente, agora pegando por completa a minha perseguida, ainda por cima do biquíni. Ele ficava ali apalpando com a mão cheia e as vezes passava só o dedo por toda a rachadura dela até chegar aonde ele achava que era o meu clitóris. Bom, nem preciso falar que eu estava louca de tesão.

Eu sabia que não iria dar para ele ali, dentro da piscina, mas queria ir até o limite. Afastei um pouco a mão dele e coloquei o meu biquíni de lado, deixando a minha bucetinha pra fora, e coloquei de novo a mão dele ali. Eu queria uma massagem gostosa no clitóris primeiro, mas ele foi logo enfiando o dedo dentro dela. Não reclamei e deixei ele enfiar, só pedi pra ir com calma para ir abrindo espaço.

Deixei ele ficar ali brincando com ela um pouco e falei pra ele que eu queria dar, mas não iria ser ali na piscina, e então ele disse pra irmos pro banheiro que tinha na area de lazer, perto da churrasqueira. Para não da muita bandeira, ele foi primeiro. Esperei um pouco e fui atrás, mas quando cheguei no banheiro ele estava na porta e disse que ela estava trancada tinha algum tempo (provávelmente tinha outro casal ali dentro e não dava para ouvir por causa do som alto), mas entramos na porta do lado, que era uma sauna que estava desligadas com algumas caixas dentro. Não tinha tranco, então seria na sorte mesmo.

Não acendemos a luz para não dar bandeira de que tinha gente ali, mas nem precisava de luz porque não era escuro, quem estava dentro conseguia ver perfeitamente o que tinha ali.

Logo que entramos, ele já abaixou a bermuda e deixou o pau dele que estava meia bomba pra fora e disse:

-Pode mamar a vontade.

Achei engraçado como de uma hora pra outro ele de repente resolveu tomar atitude, porque até então era eu quem estava comandando tudo, mas não me importei, não tenho disso.

Ele sentou no banco da sauna e eu fiquei de joelhos no banco de baixo em posição para atacar. O pau dele era realmente normal, médio e não tão grosso. Era bonito, bem raspadinho e reto. Comecei como eu sempre gosto de chupar, nas bolas. Fiquei um bom tempo brincando com ela na boca, chupando, lambendo, colocando o saco pra cima pra poder lamber em baixo, e ele gemendo gostoso. Depois de brincar ali, percebi que o pau dele já estava duro que nem uma pedra novamente, e fui brincar com ele.

Se tem uma coisa que eu sei que sou boa é no boquete, então fui pra cima e de uma vez só quase engoli o pau dele todo. Ele ficou louco! Comecei a ir e voltar no pau dele bem gostoso, apertando bem quando quase colocava tudo dentro, e depois pouco tempo ele disse:

-Bruna, eu to quase gozando e não quero isso agora, então deixa eu retribuir o favor um pouco, senta aqui onde eu to.

Amo chupar e também amo ser chupada, então aceitei sem nem pensar. Sentei ali, coloquei o biquìni de lado e mostrei pra ela a minha bucetinha. Ele ainda não tinha visto, só tinha passado a mão, então ficou um tempo ali namorando. (Deixo ela sempre bem depilada. Minha buceta é um pouco carnuda, faz um pouco mais volume do que o normal na calcinha e no biquíni. Tenho o “grelo” um pouco pra fora, mas não muito, ela é muito bem desenhadinha, tem os lábios e o grelo no meio da grossura de anel feminino. Gosto muito dela.)

Depois de ficar ali namorando a minha bucetinha ele caiu de boca nela. Um pouco afobado, eu gosto quando aproveitam ela por inteira, e não foi muito o que aconteceu, ele só ficou ali pertinho do buraquinho enfiando ela devagar, e eu querendo que ele me labuzasse toda, mas de boa, é o que acontece na maioria das vezes. Depois que ele viu que a lingua estava abrindo espaço, ele começou a enfiar o dedo dele, o que me deixou arrepiada mais uma vez.

Colocava e tirava o dedo fazendo o movimento do pau, até que eu não aguentei mais e pedi:

-Chega André, tá na hora de colocar porque eu não aguento mais, hahahahahaha.

Ele riu e se arrumou, disse que ia meter mas que primeiro queria ver os meus peitos, porque eu ainda estava com a parte de cima tapando tudo. Coloquei o biquìni de lado e deixei os dois pra fora, com as mãos escondendo o biquinho para brincar com ele. Depois deixei ele apreciar um pouco. ( Como disse, meus seios são médios. Gosto deles mas penso em colocar um pouco de silicone um dia. São firmes, com uma leve curva no bicos. Os bicos são médios, mas bem desenhados.). Ele deu umas lambidas nele, tentou colocar na boca e depois já foi se arrumando para colocar o pau entre as minhas pernas. Me abri, peguei o penis dele e coloquei na entrada, e avisei antes:

-Vai devagar, ein. Depois você mente bronca.

Ele entendeu e foi colocando bem devagar, abrindo espaço. No início ela é bem apertada, mas depois fica super de boa. Demorou um pouco para abri o espaço e ele entendeu que já poderia socar mais rápido, e começou. Estava uma delícia. Eu sentada de frente pra ele no banco e ele em pé metendo em mim. Ele metia gostoso, não sabia muito bem chupar, mas sabia meter. Sabia acelerar e diminuir. Começou a apertar meus peitos enquanto me fodia, o que me excitou mais. Gosto de falar merda quando estou dando, mas as vezes os homens esperam a mulher se soltar para ver se podem xingar, então já me soltei logo e comecei a pedir:

-Mete com força vai, mete essa piroca toda.

-Gosta de falar putaria, sua vagabunda.

-Gosto.

-Então sente essa piroca gostosa, sua puta.

O tesão estava demais, e eu gozei. Ele percebeu e diminuiu um pouco o ritimo, o que foi ótimo, porque eu continuava gozando com o pau dele dentro. Ele tirou o pau e eu dei uma arriada no banco, super relaxada, e ele falou:

-Bruna, não podemos marcar muito aqui porque daqui a pouco alguém pode abrir a porta achando que é banheiro e pegar a gente pelado aqui.

-Eu sei André, eu sei, mas deixa só eu retribuír o favor. Onde você quer gozar?

-Posso escolher mesmo?

-Desde que não seja dentro, ok!

-Então ajoelha de novo que eu quero gozar na sua boca. Vai engolir ou cuspir?

-Relaxa que eu faço o trabalho bem feito.

Ajoelhei e ele começou a tocar uma punheta para gozar na minha boca, para ajudar, falei:

-Goza gostoso na minha boquinha, goza. Goza que eu sou safada e vou engolir cada gotinha, goza vai, goza!!!!

-Caralho Bruna, pqp!!!!!!

Gozou muito, mas eu respirei fundo e consegui engolir tudo. Ele relaxou também, mas rapidamente colocamos nossas roupas e nos arrumamos, tentando secar um pouco do suor no nosso corpo para podermos voltar sem dar tanta bandeira assim. Voltamos para a area da casa e ficamos lá trocando ideia com a galera, e me senti bem, porque toda hora eu percebia que os casais sumiam pela casa, então eu com certeza não fui a única a fazer sexo naquela casa, o que depois acabou se confirmando pelas minhas amigas.

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